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	<title>Clínica do Texto &#38; Informação</title>
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	<description>Informar, discutir e criar visando à promoção da cidadania numa perspectiva de diálogo entre sujeitos e saberes.</description>
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		<title>Clínica do Texto &#38; Informação</title>
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		<title>Gibi do Mundinho Verde</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 14:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Mundinho Verde é um gibi com estilo próprio, único, voltado para todas as idades, e que, com uma linguagem moderna, capaz de despertar a curiosidade e o aprendizado, trata de temas importantes para a construção de um Novo Mundo.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=351&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="Interno">O <em>Mundinho Verde</em> é um gibi com estilo próprio, único, voltado para todas as idades, e que, com uma linguagem moderna, capaz de despertar a curiosidade e o aprendizado, trata de temas importantes para a construção de um Novo Mundo.</p>
<p>Associa-se ao projeto Mundo do Faz e Conta, em que a personagem Tia Dulce salta das páginas da ficção para o mundo real, levando pessoalmente a mensagem do &#8220;Mundinho Verde&#8221;, como contadora de histórias.</p>
<p>&#8220;A leitura é imprescindível para a formação de jovens. Daí a participação de contadoras de histórias com a proposta de despertar na criança o gosto e o prazer pela leitura, com temas que a incentivem a pensar em um mundo mais verde e melhor para se viver&#8221;, explica Isabel Antunes Joffe, fundadora da rede Mundo Verde e responsável pelo desenvolvimento dos conceitos do Projeto Mundo do Faz e Conta e do gibi <em>Mundinho Verde</em>.</p>
<p>O personagem MUNDINHO VERDE é o filho da Mãe Natureza, como todos nós, mas ele tem uma mensagem especial, uma mensagem de amor à vida, nele brilha o verde da esperança. Em todas as edições, estão presentes os amigos do Mundinho: são quatro jovens brasileiros, representantes da diversidade étnica e cultural do nosso país.<br />
<img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/TurmaGibi.gif" alt="" /></p>
<p>Ao viverem suas aventuras, lutando contra a poluição do ar, da terra, da água, a poluição visual e mental, eles vão fazer renascer a esperança, rejuvenescer as idéias e vão espalhar beleza pelo mundo. A internet é sua ferramenta. Através da rede, eles se comunicam e trocam idéias sobre como transformar o mundo &#8211; idéias que, naturalmente, estarão sendo compartilhadas com seus leitores.</p>
<p>O Mundinho Verde, com seu característico capacete esmeralda, sintoniza com a galerinha por meio de ondas mentais, ou seja, telepaticamente. Quando todos estão sintonizados, acontece o Salto Quântico, o momento em que todos são transportados aos vários lugares onde sua ação é necessária ou onde podem aprender algo novo para o mundo.</p>
<p>A Estação Verde, um dos lugares que visitam com freqüência, está localizada no espaço e é um observatório da Terra, construído com lixo espacial reciclado e movido pela energia do Cristal de Telurium, um captador de energia solar.</p>
<p>Outro lugar que os personagens visitam é a floresta onde mora o Vovô Morubixaba (que significa &#8220;cacique&#8221;). O vovô é uma espécie de guardião da sabedoria indígena de viver em harmonia com a natureza e divide seus conhecimentos com o grupo, além de lhes mostrar o poder dos elementos, o Fogo, a Água, a Terra e o Ar.</p>
<p>Mas há vários outros personagens para conhecer como o Macaco Uacari, a Tia Dulce &#8211; que é contadora de histórias, Dindinha, Marissol, Brasilino, Angélica, Estela e muitos outros. Através das suas aventuras, o Mundinho Verde e os seus amigos abordam assuntos como saúde, ecologia, cidadania e, por que não, espiritualidade.</p>
<p>Este animado e entusiástico grupinho pretende juntar forças com todas as crianças da Terra (mesmo aquelas adormecidas dentro dos adultos), para construir um MUNDO mais VERDE!</p>
<p>Para o Mundo Verde, tudo que faz bem à vida vale a pena. Essa filosofia, você vai encontrar não apenas em nossos produtos, mas muito além de nossas lojas. Assim, tornamos reais as mais variadas idéias e iniciativas voltadas para a saúde, a natureza e o bem-estar social. E é por isso que um projeto como o do Mundo do Faz e Conta combina tanto com as nossas propostas.</p>
<p><strong>Mundo mais colorido</strong></p>
<p>Criado especialmente para tratar, com bom humor, assuntos como responsabilidade eco-social, cidadania e segurança alimentar, o Mundo do Faz e Conta promove a visita de uma contadora de histórias a escolas, asilos, hospitais e outras instituições.</p>
<p>O objetivo é fazer brotar sorrisos, semeando um mundo melhor. O projeto abre as portas para a imaginação e envolve a todos com canções, brincadeiras, artes com material reciclável, sessões de leitura e muita diversão!</p>
<p><strong>Custo zero, alegria dez!</strong></p>
<p>O projeto não apresenta ônus para a instituição onde for desenvolvido. Seu compromisso é levar esperança, auto-estima, cultura, alegria e lazer a quem precisa. Seja para crianças, adolescentes, adultos e idosos, o Mundo do Faz e Conta é uma maneira de educar e estimular o imaginário com assuntos importantes para a vida de todos. É sonhar no mundo real.</p>
<p><strong>Tome seu lugar. Silêncio. A história já vai começar! </strong></p>
<p>De forma lúdica e divertida, a contadora de histórias Tia Dulce, narradora das histórias do <em>Gibi Mundinho Verde</em>, dá lições aos personagens infantis sobre ecologia, cidadania, alimentação natural, solidariedade e responsabilidade social. Tudo acompanhado de mensagens positivas do personagem Mundinho Verde.</p>
<p>O gibi tem como objetivo incentivar o hábito da leitura desde cedo e despertar nas crianças o interesse pela preservação do meio ambiente. O tema desta edição é &#8220;O poder da natureza&#8221;, onde o personagem Mundinho Verde, mascote da rede, vive a história &#8220;A Teia da Vida&#8221;. A tiragem é de 20 mil exemplares, e eles são distribuídos gratuitamente nas lojas da rede e nos eventos do Mundo do Faz de Conta.</p>
<p>Pelo projeto &#8216;Mundo do Faz e Conta&#8217;, desenvolvido pela rede Mundo Verde, a personagem Tia Dulce apresenta-se ao público infantil nos mais variados lugares: escolas públicas e particulares, instituições beneficentes e organizações não-governamentais, levando pessoalmente a mensagem do &#8216;Mundinho Verde&#8217;.</p>
<p>Além da distribuição do gibi, a visita da contadora de histórias inclui canções, brincadeiras e oficinas de arte com material reciclável para ser utilizado nas sessões de leitura.</p>
<p>Criado em 2005, no Dia Nacional do Livro (18 de abril), o projeto já contemplou quase 20 mil crianças de mais de 300 instituições em todo o Brasil. A iniciativa rendeu ao Mundo Verde, o Prêmio Valor Social 2005, concedido pelo jornal <em>Valor Econômico</em>.</p>
<p>Mais informações sobre o gibi podem ser obtidas pelo e-mail <a href="mailto:gibimundinho@mundoverde.com.br">gibimundinho@mundoverde.com.br</a></div>
<div></div>
<div>Fonte: <a title="Mundinho verde" href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi2/Default.html" target="_blank">http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi2/Default.html</a></div>
<div></div>
<div><strong>&#8220;Clique na capa para abrir o Gibi do Mundinho&#8221;</strong></p>
<p><a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi0/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa0.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi1/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa1.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi2/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa2.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi3/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa3.gif" alt="" /></a><br />
<a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi4/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa4.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi5/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa5.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi6/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa6.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.mundoverde.com.br/gibi/gibi7/Default.html" target="_Blank"><img src="http://www.mundoverde.com.br/imagens/GibiCapa7.gif" alt="" /></a></div>
<p>&lt;!&#8211;</p>
<div id="RodapeIco">
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<p>&#8211;&gt;</p>
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		<item>
		<title>A arte se aproxima da ciência e da tecnologia para alterar a produção cultural contemporânea</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/10/16/a-arte-se-aproxima-da-ciencia-e-da-tecnologia-para-alterar-a-producao-cultural-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 18:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Tecnologia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento: Arte, ciência e tecnologia: passado, presente e desafios, livro publicado pela Editora Unesp em parceria com o Itaú Cultural.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=349&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><em>Arte, ciência e tecnologia: passado, presente e desafios</em></strong>, lançamento da Editora Unesp em parceria com o Itaú Cultural, é o resultado do esforço coletivo de especialistas internacionais em muitas disciplinas, atuantes em variados campos de conhecimento. Atendendo ao convite recebido para realizar uma publicação no Brasil, somada a outras publicações internacionais, em diversos formatos de textos e material multimídia e em línguas diversas, eles trabalham com foco histórico na relação entre arte, ciência e tecnologia.</p>
<p>A antologia inclui convidados especiais que são referência histórica da relação entre arte, ciência e tecnologia no Brasil. O objetivo é colocar na história da arte, em nosso país, os elementos necessários e as estratégias que configuram as teorias desse campo de conhecimento, bem como artistas, instituições, tipos de documentação, a relação com os espaços de exposição/museus e coleções, metodologias adequadas ao estudo, especialmente pelas abordagens historiográficas, discussão de problemas científicos e as influências recíprocas nas trocas entre arte, ciência e tecnologia.</p>
<p>Os textos chamam a atenção para a necessidade urgente de se documentar estas novas práticas criativas, assim como fornecer plataformas teóricas para discuti-las e analisá-las. E estes pesquisadores, criadores e estudiosos na área de artemídia, referências históricas da relação arte, ciência e tecnologia, também observam o movimento inverso, de engenheiros e cientistas envolvidos na expressão cultural contemporânea. E não apenas os sistemas digitais, mas também campos como nanotecnologia, engenharia genética e exploração espacial são apropriados culturalmente.</p>
<h3><span style="color:#ff6600;">Sobre a organizadora</span></h3>
<p>Diana Maria Gallicchio Domingues é pós-doutora pelo ATI &#8211; Art &amp; Technologies de l´Image, Université Paris VIII e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Artista, pesquisadora nível 1 CNPq, professora colaboradora na Universidade de Brasília , Programa de Pós-Graduação em Arte &#8211; Linha de pesquisa Arte e Tecnologia &#8211; Laboratório de pesquisa em Arte e Realidade Virtual. Entre os livros publicados pela Editora Unesp estão: <em>Arte e vida no século XXI: tecnologia, ciência e criatividade</em> (2003) e <em>A arte no século XXI: a humanização das tecnologias</em> (1997).</p>
<p>Título: Arte, ciência e tecnologia: passado, presente e desafios<br />
Organizadora: Diana Maria Gallicchio Domingues<br />
Páginas: 570<br />
Formato: 16 x 23 cm<br />
Preço: R$ 59,00<br />
ISBN: 978-85-7139-895-5<br />
Data de publicação: 2009</p>
<p>Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo telefone (11) 3107-2623 ou pelos sites: <a title="Unesp" href="www.editoraunesp.com.br" target="_blank">www.editoraunesp.com.br</a> ou <a title="Livraria unesp" href="www.livrariaunesp.com.br " target="_blank">www.livrariaunesp.com.br</a></p>
<p>Visite o site da Editora UNESP &#8211; <a title="Arte Ciência e Tecnologia" href="www.editoraunesp.com.br" target="_blank">www.editoraunesp.com.br</a></p>
Posted in Arte, Ciência Tecnologia e Sociedade, Educação Tagged: Arte, Ciência, Criatividade, Livros, Sociedade, Tecnologia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clinicadotexto.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clinicadotexto.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clinicadotexto.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clinicadotexto.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clinicadotexto.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clinicadotexto.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clinicadotexto.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clinicadotexto.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clinicadotexto.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clinicadotexto.wordpress.com/349/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=349&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação foi convocada</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/10/14/4%c2%aa-conferencia-nacional-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-foi-convocada/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Tecnologia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A 4ª. Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação foi convocada por Decreto Presidencial de 3 de agosto de 2009, com o título “Política de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação com vista ao Desenvolvimento Sustentável”. Sua realização está prevista para 26 a 28 de maio de 2010. Ela será precedida e de cinco conferências regionais (CO, N, NE, S, SE), a ocorrerem até o final de março de 2010. A realização de encontros estaduais e de fóruns de discussão por todo o país devem também ser estimulados como mecanismos de preparação
da Conferência.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=347&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Data do evento</strong>: 26/05/2010 a 28/05/2010</p>
<p><strong>Local</strong>: Brasília &#8211; DF, Brasil</p>
<p><strong>Evento acessível</strong>? Sim, o evento é acessível.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Informações</span></strong></h3>
<p>A 4ª CNCTI, que deverá realizar-se no primeiro semestre de 2010 (dias 26, 27 e 28 de maio), tem como meta consolidar C,T&amp;I enquanto Política de Estado, que assegure perenidade às políticas e programas associados à produção e a utilização do conhecimento enquanto componentes centrais do desenvolvimento econômico e social do Brasil, contribuindo para que os benefícios decorrentes sejam distribuídos de forma justa a toda a sociedade. Deverá ser precedida por conferências municipais ou estaduais e regionais, que acontecerão até o mês de março/2010. Esses debates deverão ser orientados por um Documento Referência, a ser elaborado pela Comissão Organizadora Nacional da 4ª CNCTI.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Informações adicionais</span></strong></h3>
<p>A 4ª. Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação foi convocada por Decreto Presidencial de 3 de agosto de 2009, com o título “Política de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação com vista ao Desenvolvimento Sustentável”. Sua realização está prevista para 26 a 28 de maio de 2010. Ela será precedida e de cinco conferências regionais (CO, N, NE, S, SE), a ocorrerem até o final de março de 2010. A realização de encontros estaduais e de fóruns de discussão por todo o país devem também ser estimulados como mecanismos de preparação da Conferência. A Conferência deverá nortear suas discussões segundo as linhas do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional 2007-2010:</p>
<p>I) Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação;<br />
II) Inovação na Sociedade e nas Empresas;<br />
III) Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Áreas Estratégicas;<br />
IV) Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social.<br />
Ela deverá analisar os programas e resultados do Plano de Ação 2007-2010, e encaminhar sugestões para a formulação de uma Política de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação que tenha como objetivo principal um desenvolvimento sustentável, cujos aspectos econômico, ambiental e social sejam respaldados por uma discussão ampla com a sociedade. A Política de Estado que deverá emergir dessa discussão poderá contribuir para o estabelecimento da estabilidade política necessária para atingir esses objetivos.<br />
Sob a ótica da sustentabilidade, a Conferência tratará de amplo leque de temas, a serem<br />
definidos por subcomissões e grupos de trabalho constituídos com a participação das<br />
comunidades científica e tecnológica, acadêmica, empresarial e governamental, bem como do terceiro setor. Esses comitês buscarão identificar não apenas os temas mais relevantes, mas também estudos já realizados e especialistas que possam desenvolvê-los e aprofundá-los.<br />
Comparada com as precedentes, a 4ª. Conferência se propõe a agregar a sustentabilidade às discussões anteriores e, além disso, preocupa-se com as estratégias que possibilitem alcançar a estabilidade necessária às ações em ciência, tecnologia e inovação, por meio de uma política reconhecida como de Estado, e não apenas de governo. Por isso, é fundamental que ela se ancore em discussão ampla e aberta com a sociedade, que lhe permita atingir consensos que haverão de contribuir para orientar as iniciativas de governos futuros.<br />
Ela deverá ser voltada para o futuro, pensando para daqui a dez anos sobre os desafios de hoje, tais como a utilização sustentável da biodiversidade, mudanças climáticas, energia, recursos naturais, desigualdades regionais, educação científica de qualidade em todos os níveis, uso da CT para o desenvolvimento social, entre outros. Isso irá requerer uma estrutura flexível, que permita a inclusão de temas que venham a ser sugeridos pela própria dinâmica das discussões, mas que respeite uma estrutura lógica de fácil assimilação.<br />
Um dos grandes desafios da própria conferência será a sua divulgação para o grande público, não apenas nos meios especializados, mas especialmente na grande imprensa, por intermédio de sua ligação com desafios atuais como os já mencionados. Há enormes expectativas, em todo mundo, de que C,T&amp;I venham a encontrar respostas adequadas e compatíveis com o desenvolvimento sustentável que todos almejam. A 4ª. CNCTI poderá ser o veículo natural para enfocar essas questões e liderar o encaminhamento de soluções.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Material de referência</span></strong></h3>
<p>Para subsidiar os trabalhos da 4ª. CNCTI, os registros das duas conferências anteriores constituirão uma base de partida. O “Livro Branco” da 2ª. CNCTI e o “Livro Amarelo” da 3ª. CNCTI, disponíveis no Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), vinculado ao MCT, dão um panorama geral dos dois eventos. Além disso, há cinco DVDs que registram todos os trabalhos do 3ª. CNCTI, que foram transmitidos ao vivo. Lá estão todas as palestras, mesas-redondas e demais atividades. Há também o registro das conferências regionais que precederam a 3ª. CNCTI e cinco volumes do CGEE com os seminários preparatórios realizados anteriormente.<br />
Ao longo do processo de organização da conferência, pretende-se selecionar outros estudos dentre os já realizados pela ABC, SBPC, entidades científicas e tecnológicas, organismos estaduais, FAPs e órgãos de pesquisa como o IPEA e CGEE, além de documentos relevantes de organismos internacionais, bem como encomendar os estudos que se fizerem necessários a essas e outras organizações. O atual Plano de Ação do MCT constitui documento básico, já que a estrutura da conferência segue suas principais linhas de atuação. A Conferência disporá de um portal eletrônico e de uma assessoria de comunicação que tratarão de manter atualizadas todas as informações sobre os eventos a ela relacionados.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Convite à participação</span></strong></h3>
<p>Dado o caráter da Conferência, que pretende discutir uma agenda para um futuro sustentável baseada em ciência, tecnologia e inovação, é crucial a participação ampla de todos os segmentos da sociedade. Convidamos instituições e entidades dos mais diversos setores, acadêmicos, estudantes, empresários, representantes dos vários níveis de governo e de organizações não governamentais a participaram ativamente da conferência e de sua preparação.</p>
<p><strong>Proposta inicial de grandes linhas de discussão para a 4ª. CNCTI para o desenvolvimento social</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight:normal;">1. <span style="color:#000080;">Construção da Cultura Científica</span></span></strong></p>
<p>i) Educação Científica e Tecnológica</p>
<p>ii) Popularização da C&amp;T</p>
<p>iii) Patrimônio Histórico: memória, preservação e difusão.</p>
<p><span style="color:#000080;">2. Responsabilidades e ações sociais de organismos públicos e privados</span></p>
<p>i)  Extensão universitária</p>
<p>ii) Responsabilidade social das empresas</p>
<p>iii) Cooperativas e incubadoras sociais</p>
<p>iv) Pesquisa e Inovação para o Desenvolvimento Social</p>
<p>v)  Capacitação em CT&amp;I para o Desenvolvimento Social</p>
<p>vi) Tecnologias sociais</p>
<p><span style="color:#000080;">3. Democratização e cidadania</span></p>
<p>i)   Desenvolvimento regional</p>
<p>ii)  Tecnologias assistivas</p>
<p>iii) Segurança alimentar e nutricional</p>
<p>iv) Inclusão digital</p>
<p><span style="color:#000080;">4. Sustentabilidade e eficácia das Políticas Públicas de CT&amp;I para o Desenvolvimento Social</span></p>
<p>i)  Marcos legais;</p>
<p>ii) Infra-estrutura institucional nesta área;</p>
<p>iii) Articulação com organizações da sociedade civil e com agentes governamentais e não-governamentais;</p>
<p>iv) Controle, acompanhamento e avaliação das ações.</p>
<p>Para saber mais, acesse o link: <a href="http://www.cgee.org.br/cncti4/" target="_blank">http://www.cgee.org.br/cncti4/</a></p>
Posted in Acesso à informação, Ciência Tecnologia e Sociedade, Terceiro Setor Tagged: Brasil, Ciência, CNCTI, desenvolvimento social, Inovação, Sociedade, sustentabilidade, Tecnologia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clinicadotexto.wordpress.com/347/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clinicadotexto.wordpress.com/347/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clinicadotexto.wordpress.com/347/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clinicadotexto.wordpress.com/347/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clinicadotexto.wordpress.com/347/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clinicadotexto.wordpress.com/347/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clinicadotexto.wordpress.com/347/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clinicadotexto.wordpress.com/347/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clinicadotexto.wordpress.com/347/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clinicadotexto.wordpress.com/347/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=347&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Livros de papel são um dos últimos bastiões de resistência</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apropriação de saberes]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca de bolso]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Digital Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Livros de papel são um dos últimos bastiões de resistência<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=337&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Segundo Le Monde Diplomatique, os livros de papel são um dos últimos bastiões de resistência.<br />
Em tempos de Google, os livros eletrônicos se somam ao processo de digitalização de “todos os saberes da humanidade”. Acervos inteiros de bibliotecas já podem ser lidos pelo computador, em detrimento das versões impressas, que permanecem um bastião da resistência ao imediatismo do fluxo incessante de informações.</p>
<p>A nascente indústria dos livros digitais ganha impulso com o lançamento de novos “gadgets” e grandes projetos como a Biblioteca Digital Mundial. Grandes fabricantes e fornecedores de serviços digitais e de comunicações embarcaram neste mercado que busca a “digitalização de todos os saberes da humanidade”, como relatam Cédric Biagini e Guillaume Carnino, diretores da editora francesa <em>L’échapée</em>, na edição de setembro do jornal <em>Le Monde Diplomatique Brasi</em>l.<br />
Para os autores, a emergência dessa nova tecnologia vai transformar completamente a indústria editorial da forma como ela é conhecida e, principalmente, da maneira como as pessoas leem “em sua linearidade e finitude, em sua materialidade e presença”.</p>
<p>Leia a íntegra do artigo <a title="Biblioteca de bolso" href="http://www.polis.org.br/utilitarios/editor2.0/UserFiles/File/11%20-%20Biblioteca%20de%20bolso.pdf" target="_blank">Biblioteca de Bolso</a></p>
<p>Fonte: <a title="Polis" href="http://www.polis.org.br/noticias_interna.asp?codigo=882" target="_blank">http://www.polis.org.br/noticias_interna.asp?codigo=882</a></p>
Posted in Apropriação de saberes Tagged: Biblioteca de bolso, Biblioteca Digital Mundial, Educação, História da cultura, Literatura, Livros <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clinicadotexto.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clinicadotexto.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clinicadotexto.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clinicadotexto.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clinicadotexto.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clinicadotexto.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clinicadotexto.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clinicadotexto.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clinicadotexto.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clinicadotexto.wordpress.com/337/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=337&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nome de um índio guarani agora faz parte do Livro de Aço dos Heróis Nacionais</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/10/07/nome-de-um-indio-guarani-agora-faz-parte-do-livro-de-aco-dos-herois-nacionais/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Índio Sepé]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[José Tiaraju]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome de um índio guarani ocupará uma página no Livro de Aço dos Heróis Nacionais, exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes. Sepé Tiaraju é o 11º herói a entrar na publicação que homenageia brasileiros marcantes na história do país. Ele viveu no século 18 e lutou pela população guarani no Rio Grande do Sul. A Lei nº 12.032, publicada no último dia 22, determina a inscrição de Tiaraju.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=333&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Nome de um índio guarani agora faz parte do Livro de Aço dos Heróis Nacionais</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Elisa Tecles &#8211; Correio Braziliense</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O nome de um índio guarani ocupará uma página no Livro de Aço dos Heróis Nacionais, exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes. Sepé Tiaraju é o 11º herói a entrar na publicação que homenageia brasileiros marcantes na história do país. Ele viveu no século 18 e lutou pela população guarani no Rio Grande do Sul. A Lei nº 12.032, publicada no último dia 22, determina a inscrição de Tiaraju.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">José Tiaraju era mais conhecido por Sepé, que, na língua guarani, significa facho de luz. Ele morava em uma região do Rio Grande do Sul pertencente à Espanha, quando foi assinado o Tratado de Madri, em 1750. No documento, os reis de Portugal e da Espanha combinavam uma troca de terrenos. Os guaranis teriam que abandonar as cidades para cumprir o acordo. Tiaraju liderou os guaranis na oposição ao tratado — a Guerra Guaranítica começou em 1754 e seguiu até 1756. No último ano da batalha, o líder indígena e mais 1,5 mil índios lutaram contra mais de 3 mil homens. Diários de guerra do exército português contam que ele foi abatido com uma lança por um português, depois levou um tiro de um espanhol. A coragem de Tiaraju o fez conhecido por todo o Rio Grande do Sul.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Sepé Tiaraju é o primeiro índio a entrar no Livro de Aço. “Estamos em um momento de sensibilidade diferente para esse tipo de escolha. A lista já tinha o Zumbi, que era negro, agora tem um indígena. Vivemos uma aceitação diferente dessas referências na cultura”, comentou o coordenador-geral de Fomento à Identidade e à Diversidade do Ministério da Cultura, Marcelo Manzatti. Segundo ele, Tiaraju é cultuado há décadas pelos guaranis. “Mas isso fica na boca do povo e nunca passa para lugares consagrados”, completou.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Cerca de 100 mil índios fazem parte da população guarani na América do Sul — é o maior povo indígena do país. Eles estão em sete estados brasileiros, do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Faz parte da cultura guarani se deslocar — há grupos até no Uruguai. “É um dos povos que tem sua cultura mais preservada. Eles têm consciência disso e estão sempre praticando a cultura”, explicou Marcelo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Qualquer cidadão brasileiro pode indicar um nome para receber a homenagem no Livro de Aço. A proposta deve ser aprovada pelo Congresso Nacional para virar realidade. O primeiro passo é apresentar a ideia a um deputado ou senador, que têm autonomia para criar projetos de lei. O parlamentar escreve o projeto e o envia para a Coordenação de Comissões Permanentes. O projeto segue para a Comissão de Educação e Cultura, depois passa para a Comissão de Constituição e Justiça. No plenário, os parlamentares votam pela criação ou não da lei.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O último passo é a sanção do presidente. Se ele aprovar a proposta, a nova lei é publicada no Diário Oficial. “A partir daí, aquele cidadão pode ser considerado um herói nacional. A outra questão é um grupo de pessoas, um órgão do governo ou uma organização não governamental tomar a frente e organizar a festividade”, explicou o professor do projeto Visitando a praça, conhecendo Brasília, Ernesto Ilísio de Oliveira. A iniciativa leva estudantes de colégios públicos e particulares para conhecer a Praça dos Três Poderes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Gravação</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Com a lei aprovada, basta marcar a solenidade de entronização do homenageado e encomendar a inscrição no livro. Nessa etapa, a página dedicada ao herói — cada figura ilustre tem uma página própria — é destacada e enviada a uma pessoa que grava as letras no aço. Atualmente, há 10 páginas preenchidas no livro e duas estão vazias. A inclusão de Sepé Tiaraju deixará uma só vaga para os heróis.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Ernesto ressalta que há outros cinco nomes na mesma situação do índio guarani: a lei foi sancionada, mas a inscrição ainda não foi feita. A lei que inclui Chico Mendes na lista está sancionada desde 2004, mas o registro nunca foi realizado. Na mesma situação, encontram-se os nomes de Frei Caneca, Marechal Osório, Ildefonso Pereira Correia (Barão de Cerro Azul) e Brigadeiro Sampaio. Duas leis em tramitação no Congresso Nacional defendem a inclusão de duas heroínas nacionais no livro: Anita Garibaldi e Maria Quitéria.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O Livro de Aço fica exposto no salão central do Panteão da Pátria, mas atualmente está fechado para visitas por conta de uma obra. O prédio passará por uma reforma completa e deve ficar pronto até o cinquentenário de Brasília, em 21 de abril de 2010. A reforma inclui a troca das peças de mármore que revestem a fachada, mudanças no piso e nas paredes, além de impermeabilização. Mais informações sobre o espaço no site da Secretaria de Cultura do DF: www.sc.df.gov.br.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Heróis da pátria</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O Livro de Aço dos Heróis Nacionais fica no salão principal do Panteão e contém as inscrições dos nomes de 10 figuras ilustres do país. A Lei nº 11.597, de 2007, estabelece que o livro destina-se ao registro perpétuo de brasileiros (ou grupos de brasileiros) que tenham oferecido a vida à pátria, para sua defesa e construção, com dedicação e heroísmo. A homenagem só pode ser prestada depois de 50 anos da morte da pessoa — exceto em casos de mortos ou presumidamente mortos em campo de batalha. Os nomes atualmente presentes no livro são:</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes (1746 – 1792)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O primeiro brasileiro a entrar no livro nasceu em Minas Gerais e foi mascate, dentista e pesquisou minerais. Em 1789, integrou um movimento contra os altos impostos cobrados na época. Naquele ano, Joaquim Silvério dos Reis revelou a existência do grupo ao governo mineiro e assim se deu a perseguição contra os inconfidentes. Tiradentes foi enforcado, teve o corpo esquartejado e a cabeça exposta em um poste.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Zumbi dos Palmares (1655 – 1695)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Nasceu no Quilombo dos Palmares, para onde iam negros que escapavam das senzalas. Ainda criança, ele foi entregue a um missionário, mas retornou ao quilombo na adolescência. Zumbi conquistou a liderança do quilombo e ficou ferido durante uma invasão no local. Foi traído e sofreu um atentado, mas resistiu. O herói foi morto no ano seguinte e teve a cabeça exposta em praça pública.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Marechal Deodoro da Fonseca (1827 – 1892)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Ingressou no exército aos 18 anos, na Arma de Artilharia. Lutou na Guerra do Paraguai e liderou a facção do exército favorável à abolição da escravatura. Depois de abandonar o comando, ele se mudou para o Rio de Janeiro. Em 15 de novembro de 1889, o marechal proclamou a República.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">D. Pedro I (1798 – 1834)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Nascido em Lisboa, filho de D. João e D. Carlota Joaquina, D. Pedro I chegou ao Rio de Janeiro em 1808 com a família real. Assumiu o título de príncipe do Reino do Brasil em 1821, quando a família voltou para Portugal. Proclamou a Independência do país em 7 de setembro de 1822.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Duque de Caxias (1803 – 1880)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Como tenente do Batalhão do Imperador, ele participou de movimentos pela Independência. Foi nomeado comandante em chefe das forças do Império em operações contra o Paraguai. Ganhou o título de duque em 1870 — o primeiro do país. Em 1962, Duque de Caxias foi instituído patrono do Exército Brasileiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Plácido de Castro (1873 – 1908)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Plácido de Castro saiu de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, rumo ao Acre em 1899. Ele liderou os brasileiros instalados no território para expulsar os bolivianos que ali viviam. Em 1903, foi proclamada a autonomia do Acre e Castro assumiu o governo provisório do estado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Almirante Tamandaré 1807 – 1897)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Joaquim Marques Lisboa, o Almirante Tamandaré, entrou no livro por ter feito parte da campanha da Independência do Brasil. Ele participou da repressão aos revolucionários, esteve na Confederação do Equador e lutou na Guerra do Paraguai. O almirante é patrono da Marinha Brasileira e a data de seu nascimento, 13 de dezembro, virou o Dia do Marinheiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Almirante Barroso (1804 – 1882)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Francisco Manoel Barroso da Silva era natural de Portugal, mas veio ao Brasil ainda criança acompanhando a comitiva da família real portuguesa. Ele entrou na Academia da Marinha, no Rio de Janeiro, e comandou a Força Naval Brasileira na Batalha Naval do Riachuelo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Alberto Santos Dumont (1873 – 1932)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">O nome de Santos Dumont entrou no livro em 2006, ano de comemoração do centenário do voo do 14-bis, avião idealizado pelo mineiro. Ele é patrono da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">José Bonifácio de Andrada e Silva (1763 – 1838)</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Estudou e trabalhou em Portugal até 1819, quando voltou ao Brasil e iniciou a carreira pública. Foi um dos principais articuladores da Independência do Brasil, conquistada em 7 de setembro de 1822.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:858px;width:1px;height:1px;">Fonte: Correio Braziliense</div>
<p>O nome de um índio guarani ocupará uma página no <em>Livro de Aço</em> dos Heróis Nacionais, exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes. Sepé Tiaraju é o 11º herói a entrar na publicação que homenageia brasileiros marcantes na história do país. Ele viveu no século 18 e lutou pela população guarani no Rio Grande do Sul. A Lei nº 12.032, publicada no último dia 22, determina a inscrição de Tiaraju.</p>
<p>José Tiaraju era mais conhecido por Sepé, que, na língua guarani, significa facho de luz. Ele morava em uma região do Rio Grande do Sul pertencente à Espanha, quando foi assinado o Tratado de Madri, em 1750. No documento, os reis de Portugal e da Espanha combinavam uma troca de terrenos. Os guaranis teriam que abandonar as cidades para cumprir o acordo. Tiaraju liderou os guaranis na oposição ao tratado — a Guerra Guaranítica começou em 1754 e seguiu até 1756. No último ano da batalha, o líder indígena e mais 1,5 mil índios lutaram contra mais de 3 mil homens. Diários de guerra do exército português contam que ele foi abatido com uma lança por um português, depois levou um tiro de um espanhol. A coragem de Tiaraju o fez conhecido por todo o Rio Grande do Sul.</p>
<p>Sepé Tiaraju é o primeiro índio a entrar no <em>Livro de Aço</em>. “Estamos em um momento de sensibilidade diferente para esse tipo de escolha. A lista já tinha o Zumbi, que era negro, agora tem um indígena. Vivemos uma aceitação diferente dessas referências na cultura”, comentou o coordenador-geral de Fomento à Identidade e à Diversidade do Ministério da Cultura, Marcelo Manzatti. Segundo ele, Tiaraju é cultuado há décadas pelos guaranis. “Mas isso fica na boca do povo e nunca passa para lugares consagrados”, completou.</p>
<p>Cerca de 100 mil índios fazem parte da população guarani na América do Sul — é o maior povo indígena do país. Eles estão em sete estados brasileiros, do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Faz parte da cultura guarani se deslocar — há grupos até no Uruguai. “É um dos povos que tem sua cultura mais preservada. Eles têm consciência disso e estão sempre praticando a cultura”, explicou Marcelo.</p>
<p>Qualquer cidadão brasileiro pode indicar um nome para receber a homenagem no <em>Livro de Aço</em>. A proposta deve ser aprovada pelo Congresso Nacional para virar realidade. O primeiro passo é apresentar a ideia a um deputado ou senador, que têm autonomia para criar projetos de lei. O parlamentar escreve o projeto e o envia para a Coordenação de Comissões Permanentes. O projeto segue para a Comissão de Educação e Cultura, depois passa para a Comissão de Constituição e Justiça. No plenário, os parlamentares votam pela criação ou não da lei.</p>
<p>O último passo é a sanção do presidente. Se ele aprovar a proposta, a nova lei é publicada no Diário Oficial. “A partir daí, aquele cidadão pode ser considerado um herói nacional. A outra questão é um grupo de pessoas, um órgão do governo ou uma organização não governamental tomar a frente e organizar a festividade”, explicou o professor do projeto Visitando a praça, conhecendo Brasília, Ernesto Ilísio de Oliveira. A iniciativa leva estudantes de colégios públicos e particulares para conhecer a Praça dos Três Poderes.</p>
<h3><span style="color:#ff6600;">Gravação</span></h3>
<p>Com a lei aprovada, basta marcar a solenidade de entronização do homenageado e encomendar a inscrição no livro. Nessa etapa, a página dedicada ao herói — cada figura ilustre tem uma página própria — é destacada e enviada a uma pessoa que grava as letras no aço. Atualmente, há 10 páginas preenchidas no livro e duas estão vazias. A inclusão de Sepé Tiaraju deixará uma só vaga para os heróis.</p>
<p>Ernesto ressalta que há outros cinco nomes na mesma situação do índio guarani: a lei foi sancionada, mas a inscrição ainda não foi feita. A lei que inclui Chico Mendes na lista está sancionada desde 2004, mas o registro nunca foi realizado. Na mesma situação, encontram-se os nomes de Frei Caneca, Marechal Osório, Ildefonso Pereira Correia (Barão de Cerro Azul) e Brigadeiro Sampaio. Duas leis em tramitação no Congresso Nacional defendem a inclusão de duas heroínas nacionais no livro: Anita Garibaldi e Maria Quitéria.</p>
<p>O <em>Livro de Aço</em> fica exposto no salão central do Panteão da Pátria, mas atualmente está fechado para visitas por conta de uma obra. O prédio passará por uma reforma completa e deve ficar pronto até o cinquentenário de Brasília, em 21 de abril de 2010. A reforma inclui a troca das peças de mármore que revestem a fachada, mudanças no piso e nas paredes, além de impermeabilização. Mais informações sobre o espaço no site da Secretaria de Cultura do DF: <a title="Secretaria Cultura" href="www.sc.df.gov.br" target="_self">www.sc.df.gov.br</a>.</p>
<h3><span style="color:#ff6600;">Heróis da pátria</span></h3>
<p>O <em>Livro de Aço</em> dos Heróis Nacionais fica no salão principal do Panteão e contém as inscrições dos nomes de 10 figuras ilustres do país. A Lei nº 11.597, de 2007, estabelece que o livro destina-se ao registro perpétuo de brasileiros (ou grupos de brasileiros) que tenham oferecido a vida à pátria, para sua defesa e construção, com dedicação e heroísmo. A homenagem só pode ser prestada depois de 50 anos da morte da pessoa — exceto em casos de mortos ou presumidamente mortos em campo de batalha. Os nomes atualmente presentes no livro são:</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes (1746 – 1792)</span></strong></p>
<p>O primeiro brasileiro a entrar no livro nasceu em Minas Gerais e foi mascate, dentista e pesquisou minerais. Em 1789, integrou um movimento contra os altos impostos cobrados na época. Naquele ano, Joaquim Silvério dos Reis revelou a existência do grupo ao governo mineiro e assim se deu a perseguição contra os inconfidentes. Tiradentes foi enforcado, teve o corpo esquartejado e a cabeça exposta em um poste.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Zumbi dos Palmares (1655 – 1695)</span></strong></p>
<p>Nasceu no Quilombo dos Palmares, para onde iam negros que escapavam das senzalas. Ainda criança, ele foi entregue a um missionário, mas retornou ao quilombo na adolescência. Zumbi conquistou a liderança do quilombo e ficou ferido durante uma invasão no local. Foi traído e sofreu um atentado, mas resistiu. O herói foi morto no ano seguinte e teve a cabeça exposta em praça pública.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Marechal Deodoro da Fonseca (1827 – 1892)</span></strong></p>
<p>Ingressou no exército aos 18 anos, na Arma de Artilharia. Lutou na Guerra do Paraguai e liderou a facção do exército favorável à abolição da escravatura. Depois de abandonar o comando, ele se mudou para o Rio de Janeiro. Em 15 de novembro de 1889, o marechal proclamou a República.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">D. Pedro I (1798 – 1834)</span></strong></p>
<p>Nascido em Lisboa, filho de D. João e D. Carlota Joaquina, D. Pedro I chegou ao Rio de Janeiro em 1808 com a família real. Assumiu o título de príncipe do Reino do Brasil em 1821, quando a família voltou para Portugal. Proclamou a Independência do país em 7 de setembro de 1822.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Duque de Caxias (1803 – 1880)</span></strong></p>
<p>Como tenente do Batalhão do Imperador, ele participou de movimentos pela Independência. Foi nomeado comandante em chefe das forças do Império em operações contra o Paraguai. Ganhou o título de duque em 1870 — o primeiro do país. Em 1962, Duque de Caxias foi instituído patrono do Exército Brasileiro.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Plácido de Castro (1873 – 1908)</span></strong></p>
<p>Plácido de Castro saiu de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, rumo ao Acre em 1899. Ele liderou os brasileiros instalados no território para expulsar os bolivianos que ali viviam. Em 1903, foi proclamada a autonomia do Acre e Castro assumiu o governo provisório do estado.</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Almirante Tamandaré 1807 – 1897)</strong></span></p>
<p>Joaquim Marques Lisboa, o Almirante Tamandaré, entrou no livro por ter feito parte da campanha da Independência do Brasil. Ele participou da repressão aos revolucionários, esteve na Confederação do Equador e lutou na Guerra do Paraguai. O almirante é patrono da Marinha Brasileira e a data de seu nascimento, 13 de dezembro, virou o Dia do Marinheiro.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Almirante Barroso (1804 – 1882)</span></strong></p>
<p>Francisco Manoel Barroso da Silva era natural de Portugal, mas veio ao Brasil ainda criança acompanhando a comitiva da família real portuguesa. Ele entrou na Academia da Marinha, no Rio de Janeiro, e comandou a Força Naval Brasileira na Batalha Naval do Riachuelo.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Alberto Santos Dumont (1873 – 1932)</span></strong></p>
<p>O nome de Santos Dumont entrou no livro em 2006, ano de comemoração do centenário do voo do 14-bis, avião idealizado pelo mineiro. Ele é patrono da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">José Bonifácio de Andrada e Silva (1763 – 1838)</span></strong></p>
<p>Estudou e trabalhou em Portugal até 1819, quando voltou ao Brasil e iniciou a carreira pública. Foi um dos principais articuladores da Independência do Brasil, conquistada em 7 de setembro de 1822.</p>
<pre>Fonte: Correio Braziliense - <a title="Livro de aço - índio Sepé" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/10/04/cidades,i=146160/NOME+DE+UM+INDIO+GUARANI+AGORA+FAZ+PARTE+DO+LIVRO+DE+ACO+DOS+HEROIS+NACIONAIS.shtml" target="_self">http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/10/04/cidades,i=146160/NOME+DE+UM+INDIO+GUARANI+AGORA+FAZ+PARTE+DO+LIVRO+DE+ACO+DOS+HEROIS+NACIONAIS.shtml</a></pre>
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		<title>COISAS QUE NINGUÉM CONTA PRA GENTE!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 14:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços de utilidade pública pouco divulgados.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=328&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h1><strong><span style="color:#ff6600;">Serviço 102 </span>(Informações)</strong></h1>
<p>Quando você precisar do serviço 102, que custa R$ 2,05.<br />
Lembre-se que agora existe o concorrente que cobra apenas R$ 0,29 por informação<br />
fone <strong>0300-789-5900</strong> .<br />
Para informações da lista telefônica, use o nº <strong>102030</strong> que é gratuito, enquanto que o 102 e 144 são pagos e caros.</p>
<h1><strong><span style="color:#ff6600;">Correios</span></strong></h1>
<p>Se você tem por hábito utilizar os Correios, para enviar correspondência, observe que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, num envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos, para qualquer lugar/Estado, e bem abaixo do local onde coloca o CEP escrever a frase &#8216;Carta Social&#8217;, você pagará somente <strong>R$0,01</strong> por ela. Isso está nas Normas afixadas nas agências dos correios, mas é claro que não está escrito em letras graúdas e nem facilmente visível. O preço que se<br />
paga pela mesma carta, caso não se escreva &#8216;Carta Social&#8217;, conforme explicado acima custará em torno de R$0,27 (a grama). Agora imaginem no Brasil inteiro, quantas pessoas desconhecem este fato e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente?</p>
<h1><span style="color:#ff6600;"><strong>Telefone fixo para celular </strong></span></h1>
<p>Se você ligar de um telefone fixo da sua casa para um telefone celular, será cobrada sempre uma taxa a mais do que uma ligação normal, ou seja, de celular para celular. Mas se acrescentar um número a mais, durante a discagem, lhe será cobrada apenas a tarifa local normal.<br />
Resumindo: Ao ligar para um celular sempre repita o ultimo dígito do número.<br />
Exemplos:<br />
9XXX &#8211; 2522 + 2<br />
9X7X &#8211; 1345 + 5</p>
<p>Atenção: o número a ser acrescido deverá ser sempre o último número do telefone<br />
celular chamado !</p>
<h1><span style="color:#ff6600;"><strong>Serviços bancários pela internet </strong></span></h1>
<p>Para quem acessa o Home Banking de casa. Vale a pena ler e se prevenir.<br />
Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet, siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site:</p>
<p>1 &#8211; Minimize a página. Se o teclado virtual for minimizado também, está correto. Se ele permanecer na tela sem minimizar,é pirata! Não tecle nada.</p>
<p>2 &#8211; Sempre que entrar no site do banco, digite SUA SENHA ERRADA na primeira vez . Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como checar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal. Sites piratas não têm como conferir a informação, o objetivo é apenas capturar a senha.</p>
<p>3 &#8211; Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer.</p>
<p>Os 3 pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você jamais seja vítima de fraude virtual.</p>
<p>SEJA SOLIDÁRIO, REPASSE AOS SEUS AMIGOS !</p>
Posted in 1 Tagged: Acesso à informação, economia, Serviços, Utilidade pública <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clinicadotexto.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clinicadotexto.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clinicadotexto.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clinicadotexto.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clinicadotexto.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clinicadotexto.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clinicadotexto.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clinicadotexto.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clinicadotexto.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clinicadotexto.wordpress.com/328/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=328&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/10/05/4%c2%aa-mostra-cinema-e-direitos-humanos-na-america-do-sul/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://clinicadotexto.wordpress.com/?p=324</guid>
		<description><![CDATA[A bandeira da inclusão segue presente na 4ª Mostra. Todas as sessões são gratuitas e mesmo os filmes brasileiros apresentam legendas para que possam ser acompanhados por pessoas com deficiência auditiva. Todas as salas de exibição são adaptadas para cadeirantes e cada cidade exibirá mais de uma sessão com áudio-descrição, recurso de acessibilidade destinado a pessoas com deficiência visual.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=324&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h1><span style="color:#ff6600;">A mostra veio para ficar</span></h1>
<p>O desafio foi lançado em dezembro de 2006: celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos por meio da voz, luz, magia e movimentos do cinema.<br />
Foram quatro cidades naquele ano. Passamos a oito em 2007, a doze em 2008. E a 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul estende-se a dezesseis capitais em 2009, renovando mais uma vez a proposta de combinar a arte libertadora de Chaplin, Eisenstein e Glauber Rocha com o sonho da igualdade na diversidade.<br />
Em seguimento à experiência de 2008, a curadoria é de Francisco César Filho, que todos no cinema brasileiro conhecem como Chiquinho. A partir de uma chamada pública, amplamente divulgada, e de cuidadosa pesquisa junto a realizadores de dez países, ele selecionou 39 filmes, separados no catálogo em quatro blocos.<br />
No bloco maior, reunindo somente produções dos últimos dois anos, a inclusão de “Garapa”, de José Padilha, busca reforçar a consciência crescente no País a respeito da urgência da erradicação da fome e da extrema pobreza. Os outros 21 filmes desse bloco completam a pluralidade de temas que compõem o caleidoscópio dos Direitos Humanos: preconceito racial, equidade de gênero, proteção da criança e do adolescente, saúde mental, tortura, trabalho escravo, pessoas com deficiência, diversidade sexual, liberdade religiosa, memória da repressão política, a questão do idoso e muitas outras.<br />
A Retrospectiva Histórica desta 4ª Mostra coloca em perspectiva o olhar de diretores sul-americanos sobre esses mesmos temas, sempre em produções de décadas anteriores.<br />
A seção Homenagem valoriza, desta vez, o pioneirismo do projeto “Vídeo nas Aldeias”, concebido pelo diretor Vincent Carelli, já premiado em Gramado, que desde 1987 combina a luta indigenista com uma estratégia fascinante de Educação em Direitos Humanos para produzir filmes sensíveis e de elevada qualidade.<br />
O respeito aos direitos ancestrais dos povos indígenas segue representando um grave desafio à consolidação da convivência democrática em nosso País, não obstante o desfecho animador da disputa travada em torno da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.<br />
Basta lembrar que, nesse confronto, quase toda a mídia alinhou-se com os interesses espúrios de alguns forasteiros que invadiram aquele território há poucos anos, usurpando direitos de pessoas que ali vivem e protegem a natureza há séculos ou milênios.<br />
Entre as Sessões Especiais constantes da programação, cabe destacar dois títulos relacionados com o Direito à Memória e à Verdade, assunto que ainda desperta polêmica acirrada, exigindo um esforço corajoso para ajustar contas com a nossa história recente, passo necessário à construção de garantias no sentido de que o ciclo de violência e ditaduras não se repita nunca mais.<br />
“O Cavaleiro Negro” resgata o heroísmo internacionalista do embaixador sueco em Santiago do Chile, Harald Edelstam, no momento do golpe militar que depôs o governo democrático de Salvador Allende e mergulhou a terra de Neruda em um longo banho de sangue. A coragem e a ousadia do diplomata salvaram a vida de centenas e centenas de refugiados políticos que buscavam asilo político em diferentes embaixadas para escapar da sanha fascista de Pinochet.<br />
Será apresentada também, em duas sessões, a mini-série de TV dirigida por Tata Amaral, com desempenho magistral de Carlos Alberto Riccelli, que focaliza os dramas e traumas provocados pela tortura aplicada rotineiramente aos opositores do regime ditatorial de 1964. Passados 21 anos de reconstrução democrática após a promulgação da Constituição Cidadã de 1988, o trabalho mostra o quanto nosso País ainda não conseguiu exorcizar cabalmente os fantasmas daquele período de sombras e de chumbo.<br />
A bandeira da inclusão segue presente na 4ª Mostra. Todas as sessões são gratuitas e mesmo os filmes brasileiros apresentam legendas para que possam ser acompanhados por pessoas com deficiência auditiva. Todas as salas de exibição são adaptadas para cadeirantes e cada cidade exibirá mais de uma sessão com áudio-descrição, recurso de acessibilidade destinado a pessoas com deficiência visual.<br />
A 4ª Mostra é uma realização da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com patrocínio da Petrobras e produção da Cinemateca Brasileira, contando com apoio do SESC/SP, da TV Brasil e do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>Paulo Vannuchi<br />
Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>fonte: <a title="Apresentacao" href="http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/ap_sedh.php" target="_blank">http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/ap_sedh.php</a></p>
<h1><span style="color:#ff6600;">Programação em São Paulo</span></h1>
<p><span style="color:#000080;"><strong>05/10 &#8211; segunda</strong></span></p>
<p>CineSESC<br />
<strong>20h30</strong> – Sessão de abertura<br />
UNIDADE 25 &#8211; Alejo Hojiman (Argentina / Espanha, 90 min, 2008, doc)<br />
COCAIS, A CIDADE REINVENTADA &#8211; Inês Cardoso (Brasil, 15 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>06/10 &#8211; terça</strong></span></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>17h</strong><br />
ESSE HOMEM VAI MORRER &#8211; UM FAROESTE CABOCLO &#8211; Emilio Gallo (Brasil, 75 min, 2008, doc)<br />
CONTRA-CORRENTE &#8211; Agostina Guala (Argentina, 9 min, 2008, fic)<br />
PARTIDA &#8211; Marcelo Martinessi (Paraguai, 14 min, 2008, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
DEVOÇÃO &#8211; Sergio Sanz (Brasil, 85 min, 2008, doc)<br />
PHEDRA &#8211; Claudia Priscilla (Brasil, 13 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p><strong>21h</strong><br />
O SIGNO DA CIDADE &#8211; Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)<br />
OS SAPATOS DE ARISTEU &#8211; René Guerra (Brasil, 17 min, 2008, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>07/10 &#8211; quarta</strong></span></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>15h</strong> – Audiodescrição<br />
O SIGNO DA CIDADE &#8211; Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)<br />
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>19h</strong><br />
PRO DIA NASCER FELIZ &#8211; João Jardim (Brasil, 88 min, 2006, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong><br />
TAMBÉM SOMOS IRMÃOS &#8211; José Carlos Burle (Brasil, 85 min, 1949, fic)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
SENTIDOS À FLOR DA PELE &#8211; Evaldo Mocarzel (Brasil, 80 min, 2008, doc)<br />
PUGILE &#8211; Danilo Solferini (Brasil, 21 min, 2007, fic)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong><br />
TAMBORES DE ÁGUA: UM ENCONTRO ANCESTRAL &#8211; Clarissa Duque (Venezuela / Camarões, 75 min, 2008, doc)<br />
ALÉM DE CAFÉ, PETRÓLEO E DIAMANTES &#8211; Marcelo Trotta (Brasil, 15 min, 2007, doc)<br />
TARABATARA &#8211; Julia Zakia (Brasil, 23 min, 2007, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>08/10 &#8211; quinta</strong></span></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>19h</strong><br />
YÃKWÁ, O BANQUETE DOS ESPÍRITOS &#8211; Virgínia Valadão (Brasil, 54 min, 1995, doc)<br />
A ARCA DOS ZO’É &#8211; Dominique Tilkin Gallois, Vincent Carelli (Brasil, 22 min, 1993, doc)<br />
O ESPÍRITO DA TV &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 18 min, 1990, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong> &#8211; Audiodescrição<br />
NÃO CONTE A NINGUÉM &#8211; Francisco J. Lombardi (Peru / Espanha, 120 min, 1998, fic)<br />
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual<br />
Classificação indicativa: 18 anos</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
NUNCA MAIS!!! COCHABAMBA, 11 DE JANEIRO DE 2007 &#8211; Roberto Alem (Bolívia, 52 min, 2007, doc)<br />
DAYUMA NUNCA MAIS &#8211; Roberto Aguirre Andrade (Equador, 30 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong><br />
BAGATELA – A NECESSIDADE TEM CARA DE CACHORRO &#8211; Jorge Caballero (Colômbia / Espanha, 74 min, 2008, doc)<br />
MENINO ARANHA &#8211; Mariana Lacerda (Brasil, 13 min, 2008, doc)<br />
MENINOS &#8211; Gonzalo Rodríguez Fábregas (Uruguai, 14 min, 2008, doc) Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">09/10 &#8211; sexta</span></strong></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>19h</strong><br />
MOKOI TEKOA PETEI JEGUATÁ – DUAS ALDEIAS, UMA CAMINHADA – Arial Duarte Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico (Brasil, 63 min, 2008, doc)<br />
DE VOLTA À TERRA BOA &#8211; Mari Corrêa, Vincent Carelli (Brasil, 21 min, 2008, doc)<br />
PRÎARA JÕ, DEPOIS DO OVO, A GUERRA &#8211; Komoi Paraná (Brasil, 15 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong><br />
CRUELDADE MORTAL &#8211; Luiz Paulino dos Santos (Brasil, 92 min, 1976, fic)<br />
ESTRELA DE OITO PONTAS &#8211; Fernando Diniz e Marcos Magalhães (Brasil, 12 min, 1996, fic/ani)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
À MARGEM DO LIXO &#8211; Evaldo Mocarzel (Brasil, 84 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><strong>21h</strong><br />
GARAPA &#8211; José Padilha (Brasil, 110 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>10/10 &#8211; sábado</strong></span></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>19h</strong><br />
O REALISMO SOCIALISTA &#8211; Raúl Ruiz (Chile, 52 min, 1973, fic/doc)<br />
AGARRANDO PUEBLO (OS VAMPIROS DA MISÉRIA) &#8211; Carlos Mayolo, Luis Ospina (Colômbia, 28 min, 1978, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>21h</strong><br />
CORUMBIARA &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 117 min, 2009, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
O CAVALEIRO NEGRO &#8211; Ulf Hultberg, Åsa Faringer (Suécia / México / Dinamarca, 95min, 2007, fic)<br />
Classificação indicativa: 14 anos</p>
<p><strong>21h</strong><br />
ENTRE A LUZ E A SOMBRA &#8211; Luciana Burlamaqui (Brasil, 150 min, 2007, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">11/10 &#8211; domingo</span></strong></p>
<p>Cinemateca Brasileira<br />
<strong>19h</strong><br />
TRAGO COMIGO – Parte 1 (capítulos 1 e 2) &#8211; Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>21h</strong><br />
TRAGO COMIGO – Parte 2 (capítulos 3 e 4) &#8211; Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>CineSESC<br />
<strong>19h</strong><br />
HISTÓRIAS DE DIREITOS HUMANOS – vários diretores (diversos países, 84 min, 2008, doc/fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>21h</strong><br />
UNIDADE 25 &#8211; Alejo Hojiman (Argentina / Espanha, 90 min, 2008, doc)<br />
COCAIS, A CIDADE REINVENTADA &#8211; Inês Cardoso (Brasil, 15 min, 2008, doc) Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>* O formato de exibição dos filmes é BETA.</p>
<p>Fonte: <a title="Mostra Direitos Humanos" href="http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/saopaulo.php" target="_blank">http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/saopaulo.php</a></p>
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		<item>
		<title>Quem manda é a indústria</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/09/15/quem-manda-e-a-industria/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 12:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Saramago]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou relatório sobre a “produção animal em granjas industriais, onde se chamava a atenção para o grave perigo de que a contínua circulação de vírus, característica das enormes varas ou rebanhos, aumentasse as possibilidades de aparecimento de novos vírus por processos de mutação ou de recombinação que poderiam gerar vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”. O artigo é de José Saramago.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=316&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;">
<div id="attachment_315" class="wp-caption aligncenter" style="width: 140px"><img class="size-full wp-image-315" title="Saramago" src="http://clinicadotexto.files.wordpress.com/2009/09/saramago.jpg?w=130&#038;h=127" alt="De omnibus dubitandum" width="130" height="127" /><p class="wp-caption-text">De omnibus dubitandum</p></div>
<p>José Saramago</p>
<p><em>No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou relatório sobre a “produção animal em granjas industriais, onde se chamava a atenção para o grave perigo de que a contínua circulação de vírus, característica das enormes varas ou rebanhos, aumentasse as possibilidades de aparecimento de novos vírus por processos de mutação ou de recombinação que poderiam gerar vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”. O artigo é de José Saramago.</em></p>
<p>Não sei nada do assunto e a experiência direta de haver convivido com porcos na infância e na adolescência não me serve de nada. Aquilo era mais uma família híbrida de humanos e animais que outra coisa. Mas leio com atenção os jornais, ouço e vejo as reportagens da rádio e da televisão, e, graças a alguma leitura providencial que me tem ajudado a compreender melhor os bastidores das causas primeiras da anunciada pandemia, talvez possa trazer aqui algum dado que esclareça por sua vez o leitor.</p>
<p>Há muito tempo que os especialistas em virologia estão convencidos de que o sistema de agricultura intensiva da China meridional foi o principal vetor da mutação gripal: tanto da “deriva” estacional como do episódico “intercâmbio” genômico. Há já seis anos que a revista <em>Science</em> publicava um artigo importante em que mostrava que, depois de anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte havia dado um salto evolutivo vertiginoso. A industrialização, por grandes empresas, da produção pecuária rompeu o que até então tinha sido o monopólio natural da China na evolução da gripe.</p>
<p>Nas últimas décadas, o setor pecuário transformou-se em algo que se parece mais à indústria petroquímica que à bucólica quinta familiar que os livros de texto na escola se comprazem em descrever… Em 1966, por exemplo, havia nos Estados Unidos 53 milhões de suínos distribuídos por um milhão de granjas. Atualmente, 65 milhões de porcos concentram-se em 65.000 instalações. Isso significou passar das antigas pocilgas aos ciclópicos infernos fecais de hoje, nos quais, entre o esterco e sob um calor sufocante, prontos para intercambiar agentes patogênicos à velocidade do raio, se amontoam dezenas de milhões de animais com mais do que debilitados sistemas imunitários. Não será, certamente, a única causa, mas não poderá ser ignorada.</p>
<p>No ano passado, uma comissão convocada pelo <em>Pew Research Center</em> publicou um relatório sobre a “produção animal em granjas industriais, onde se chamava a atenção para o grave perigo de que a contínua circulação de vírus, característica das enormes varas ou rebanhos, aumentasse as possibilidades de aparecimento de novos vírus por processos de mutação ou de recombinação que poderiam gerar vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”.</p>
<p>A comissão alertou também para o fato de que o uso promíscuo de antibióticos nas fábricas porcinas/de porcos – mais barato que em ambientes humanos – estava proporcionando o auge de infecções estafilocócicas resistentes, ao mesmo tempo que as descargas residuais geravam manifestações de escherichia coli e de pfiesteria (o protozoário que matou milhares de peixes nos estuários da Carolina do Norte e contagiou dezenas de pescadores).</p>
<p>Qualquer melhoria na ecologia deste novo agente patogênico teria que enfrentar-se ao monstruoso poder dos grandes conglomerados empresariais avícolas e bovinos, como Smithfield Farms (suíno e vacum) e Tyson (frangos).</p>
<p>A comissão falou de uma obstrução sistemática das suas investigações por parte das grandes empresas, incluídas umas nada recatadas ameaças de suprimir o financiamento dos investigadores que cooperaram com a comissão. Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas. Assim como o gigante avícola Charoen Pokphand, radicado em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre o seu papel na propagação da gripe aviária no Sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do surto da gripe suína esbarre contra a pétrea muralha da indústria do porco. Isso não quer dizer que não venha a encontrar-se nunca um dedo acusador: já corre na imprensa mexicana o rumor de um epicentro da gripe situado numa gigantesca filial de Smithfield no estado de Veracruz. Mas o mais importante é o bosque, não as árvores: a fracassada estratégia antipandêmica da Organização Mundial de Saúde, o progressivo deterioramento da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industrializada e ecologicamente sem discernimento.</p>
<p>Como se observa, os contágios são muito mais complicados que entrar um vírus presumivelmente mortal nos pulmões de um cidadão apanhado na teia dos interesses materiais e da falta de escrúpulos das grandes empresas.. Tudo está contagiando tudo. A primeira morte, há longo tempo, foi a da honradez. Mas poderá, realmente, pedir-se honradez a uma transnacional? Quem nos acode?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16147&amp;boletim_id=591&amp;componente_id=9959">http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16147&amp;boletim_id=591&amp;componente_id=9959</a></p>
Posted in Acesso à informação Tagged: gripe suína, indústria, OMS, Pandemia, Saramago, vírus <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clinicadotexto.wordpress.com/316/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clinicadotexto.wordpress.com/316/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clinicadotexto.wordpress.com/316/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clinicadotexto.wordpress.com/316/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clinicadotexto.wordpress.com/316/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clinicadotexto.wordpress.com/316/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clinicadotexto.wordpress.com/316/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clinicadotexto.wordpress.com/316/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clinicadotexto.wordpress.com/316/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clinicadotexto.wordpress.com/316/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=316&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Educação e tecnologia: parceria revolucionária?</title>
		<link>http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/08/27/educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 14:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Tecnologia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação - Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: além de apoiar cadernos, lápis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sensível ao toque, com a CPU de um computador integrada. O que parece ficção já é realidade em escolas públicas do interior de São Paulo. O projeto Lap Tup-niquim, em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=304&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: além de apoiar cadernos, lápis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sensível ao toque, com a CPU de um computador integrada. O que parece ficção já é realidade em escolas públicas do interior de São Paulo. O projeto Lap Tup-niquim, em desenvolvimento na cidade de Serrana, próxima a Ribeirão Preto, envolve um conceito novo dentro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC&#8217;s) com fins educacionais. A carteira digital, uma tecnologia nacional patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), permite que o aluno escreva, acesse a internet, faça cálculos e desenhe. Hoje, a cidade de Serrana possui 160 carteiras digitais em escolas públicas.</p>
<p>Um dos criadores da tecnologia é o pesquisador chefe da Divisão de Mostradores da Informação do Cenpra, Victor Pellegrini Mammana. Ele diz que a proposta foi integrar a sala de computação &#8211; chamada, nas escolas, de laboratório de informática &#8211; com a própria sala de aula. &#8220;A ideia é que a tela (da carteira) se torne interativa no ambiente escolar, na sala de aula&#8221;, diz Mammana.</p>
<p>Ainda em fase inicial, a tecnologia deve ser adaptada, também, aos cadeirantes e deficientes visuais. A carteira digital, de acordo com o pesquisador, ainda não tem um valor definido. O custo aproximado, na cidade de Serrana, foi de R$ 1 mil por unidade, mas a fabricação ainda não é industrializada, e é feita por incubadoras sociais. A prefeitura centralizou os serviços e as carteiras convencionais são reformadas e convertidas em digitais. Em escala maior, o preço da carteira será comparável ao do notebook de baixo custo.</p>
<p>O convênio com o Cenpra depende do interesse das prefeituras, mas Mammana acredita que o maior desafio, depois de atrair o investimento público, seja mobilizar os professores e fazer com que eles se aliem às novidades tecnológicas. &#8220;Aos poucos, se cria uma apropriação e não uma imposição das novas tecnologias&#8221;, defende.</p>
<p>Enquanto os professores se adaptam a essas novidades, as novas gerações já crescem acostumadas a usá-las. Orkut, MSN, facebook e twiter são expressões corriqueiras para crianças e adolescentes de classe média e alta, que possuem familiaridade com as ferramentas de relacionamento e com a internet. Mas o professor não tem como ficar alheio às tecnologias que já chegaram ao ensino: em escolas particulares, aulas ministradas com giz e lousa dão lugar a projetor de slides e lousa digital; e na rede pública, alunos que antes levavam horas para chegar à escola, hoje têm a oportunidade de estudar por meio do ensino a distância.</p>
<p>No Amazonas, em cinco anos, a educação a distância qualificou 16 mil professores de ensino básico que só tinham o nível médio de instrução. A Universidade do Estado do Amazonas, a Secretaria de Educação e Qualidade do Ensino do estado e o Colégio Militar uniram forças para romper os limites de tempo e espaço que antes distanciavam professores de 16 municípios do interior do Amazonas do diploma universitário. Em algumas regiões, onde se tem acesso apenas pelos rios, o ensino foi ao encontro dos alunos, com o uso de computador e TV para transmissão de aulas gravadas em Manaus.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Além dos muros escolares, o blog </span> </strong></h3>
<p>Nem todas as mudanças tecnológicas, contudo, são absorvidas pelos professores na mesma rapidez em que surgem. Essa é uma das conclusões da professora Cláudia Rodrigues, que dá aulas de redação no ensino médio, no interior de São Paulo, e acaba de defender uma dissertação de mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre o uso do blog como ferramenta de ensino. Ela acredita que ainda há muito preconceito por parte dos professores quanto ao uso de tecnologias em sala de aula, o que dificulta a compreensão dos resultados positivos que o ambiente virtual pode oferecer.</p>
<p>Será mesmo que os professores de hoje utilizam pouco as ferramentas já disponíveis que podem auxiliar no ensino? Segundo a pesquisadora, sim. Para Rodrigues, a causa dessa repulsa é a falta de familiaridade e receio em relação à linguagem da web. &#8220;A internet deveria ser compreendida mais como um fenômeno social do que algo que provoca modificações da língua&#8221;, diz.</p>
<p>Certamente, não se pode generalizar. De acordo com a pesquisadora, existem professores que acham que a internet e as novas tecnologias utilizadas na educação são modismos; outros que se dizem contrários, pois acreditam que a internet atrapalha os estudos; mas há, ainda, aqueles que já utilizam ferramentas, muitas delas bem sucedidas, na sala de aula.</p>
<p>Em sua dissertação, Rodrigues analisou o impacto de blogs nas atividades escolares de produção de texto e constatou que o instrumento permite uma socialização significante. Ela notou que, de forma progressiva, eram publicados <em>posts </em>(comentários nos blogs) de pessoas que ela não conhecia e que sinalizavam ser pais, mães, tios dos alunos. Essas pessoas entravam no blog e colocavam impressões pessoais sobre a temática que estava sendo discutida. Houve uma interação entre professor da turma, professores da escola, alunos e família. A pesquisadora considera essa discussão proveitosa e quase impossível de acontecer quando ocorre apenas em sala de aula. &#8220;O blog favorece a participação coletiva, formando autores, co-autores, leitores assíduos e alunos mais envolvidos com a leitura e a escrita&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Em sua experiência com blogs, a professora teve a percepção de que não basta o professor estar sensível às mudanças tecnológicas, já que elas demandam um abandono da imagem do mero fornecedor e avaliador de textos e controlador de debates. O professor passa a ser um orientador e, embora ainda dê a nota e avalie, na prática deixa de ser o único leitor alvo das produções dos alunos. Sob o aspecto cultural, a pesquisadora avalia ser difícil abandonar crenças enraizadas de que o ensino deva se dar de forma &#8220;vertical&#8221;, de cima para baixo, mas acredita que é possível, quando se experimenta que os aprendizes &#8220;saboreiam&#8221; melhor a aprendizagem.</p>
<p>Práticas como essa, do uso blog em aulas de redação, levam ao desenvolvimento da independência, da autonomia e também ao desenvolvimento da capacidade argumentativa dos alunos, já que os autores do blog precisam envolver e convencer outras pessoas sobre seus pontos de vista. No estudo, Rodrigues observou a importância de se explorar o letramento digital na sala de aula para atender as necessidades sociais, interativas e cognitivas do aluno.</p>
<h3><strong><span style="color:#ff6600;">Do correio ao espaço virtual </span> </strong></h3>
<p>A educação a distância (EAD) também envolve maior autonomia do aluno, que deve ser responsável e organizado o suficiente para se adaptar a um modelo &#8220;horizontal&#8221; de ensino. Os cursos por correspondência são antigos e deram o pontapé inicial para o ensino a distância no final do século XIX, no oferecimento de cursos por correspondência em hebraico. O presidente do conselho científico da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), Waldomiro Loyolla, destaca que, ainda hoje, essa modalidade de ensino a distância corresponde a 50% do total, por sua história e solidez.</p>
<p>A segunda fase se deu nos anos 1960 e 1970, com a inserção do rádio para oferecer ensino das matérias básicas, como história, geografia, português, com diferentes abordagens e níveis. Loyolla destaca que na segunda metade dos anos 1970, a educação a distância foi proibida no Brasil por problemas políticos, enquanto florescia mundo afora e começava-se a usar com mais propriedade a televisão. No final da década de 1970 e início dos anos 1980, o uso da televisão como modalidade de ensino a distância também começa a ser feito no Brasil, através dos telecursos, que funcionavam como supletivo e tinham como público alvo pessoas que, por diferentes motivos, não tinham concluído o ensino médio.</p>
<p>Passada essa fase, que Loyolla chama de analógica, começa-se a digital, com o surgimento do uso do computador, na qual se desenvolveriam cursos de auto aprendizagem para um público, a princípio, elitista. Hoje, no entanto, a digitalização se populariza e contribui para facilitar o acesso ao ensino. &#8220;Com a evolução da fase digital, veio a internet, que além de permitir a entrega de conteúdos, permite uma interatividade muito grande&#8221;, descreve Loyolla. Para ele, o desenvolvimento da EAD nos anos 90 passa a ser mais apurado para cada tipo de público alvo e tecnologia escolhida. &#8220;A EAD passa a ser mais profissional&#8221;, avalia.</p>
<p>De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre 2003 e 2006, houve um aumento de 571% no número de cursos e 315% no número de matrículas em EAD no Brasil. Esse aumento, para Loyolla, é a resposta de uma brutal demanda reprimida no oferecimento de educação. Alguns críticos da EAD dizem que a educação a distância quer substituir a presencial, o que Loyolla enfatiza veementemente não ser verdade. &#8220;Ela vem para suprir uma demanda por educação daquele público que não tem condições, por variados motivos, de frequentar com a regularidade requerida os cursos presenciais&#8221;, afirma.</p>
<p>A modalidade a distância vem ganhando força, inclusive, no ensino superior. Baseadas em experiências internacionais de sucesso, como a Universidade Aberta de Catalunha, na Espanha, e a Open University, no Reino Unido, as iniciativas de universidades virtuais têm a função de criar alternativas de acesso ao ensino superior para formação e qualificação. O governo federal, por meio do Ministério da Educação, criou a Universidade Aberta do Brasil, que trabalha em parceria com universidades federais no oferecimento de cursos.</p>
<p>No âmbito estadual, foi criada por meio da Secretaria de Ensino Superior do governo paulista e está em fase inicial de funcionamento a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), que vai trabalhar de forma consorciada com as universidades estaduais &#8211; USP, Unesp e Unicamp &#8211; e utilizar como ferramenta a internet, mas também a TV digital e material impresso.</p>
<p>&#8220;Hoje em dia, ninguém mais fala em televisão a cores e preto e branco. É televisão. A distinção hoje é muito mais entre analógica e digital do que qualquer outra coisa&#8221;. Com essas palavras, Loyolla descreve o que pensa sobre o futuro da EAD. Ele espera que daqui a dez anos, ou menos, não se distinga mais a EAD da educação presencial e que os instrumentos tecnológicos disponíveis sejam usados intensamente no ensino presencial.</p>
<p>No ensino a distância, é possível o aluno ter um link através do qual pode entrar num museu e ver uma obra em três dimensões, girando-a e lendo informações de todo tipo sobre ela. Já no ensino presencial, o professor de história da arte, quando muito, mostra uma foto e dá alguma explicação. &#8220;Quando tivermos o presencial usando intensamente as tecnologias, não vai ter motivo para ter a distinção entre EAD e presencial&#8221;, finaliza.</p>
<h3><span style="color:#ff6600;"><strong>Edição sobre TIC&#8217;s na <em>ComCiência</em> </strong></span></h3>
<p>A revista <a href="http://www.comciencia.br/" target="_blank"><em>ComCiência </em></a>é uma publicação eletrônica mensal que trata de assuntos ligados a todas as áreas das ciências e é produzida pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) desde agosto de 1999, graças aos recursos financeiros provenientes do Pronex/CNPq e ao apoio da Fapesp, por meio do Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico. A partir de julho de 2000, conta também com a parceria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A revista aborda todo mês um tema específico, com reportagens e artigos relacionados ao assunto. Neste mês,  Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC&#8217;s).</p>
<p>Acesse em: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php">http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php</a>?</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Erica Guimarães, da Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo.</p>
<p><a title="educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria" href="http://www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/23/educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria" target="_blank">http://www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/23/educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria</a></p>
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		<title>Relatório da ONU critica falta de respeito aos direitos indígenas no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica do Texto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Questões indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção 169]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Povos indígenas]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório da ONU, divulgado em 20 agosto, menciona o risco de retrocesso de direitos indígenas reconhecidos em razão de inúmeras propostas legislativas que tramitam no Congresso e das limitações definidas no julgamento da Terra Indígena (TI) Raposa-Serra do Sol. O relator especial James Anaya recomenda que o Estado garanta a realização de consultas prévias com os povos indígenas e dê melhor assistência nas áreas de saúde, educação e justiça.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clinicadotexto.wordpress.com&blog=6514615&post=300&subd=clinicadotexto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr style="text-align:justify;">
<td>O documento, divulgado no dia 20 agosto, menciona o risco de retrocesso de direitos reconhecidos em razão de inúmeras propostas legislativas que tramitam no Congresso e das limitações definidas no julgamento da Terra Indígena (TI) Raposa-Serra do Sol. O relator especial James Anaya recomenda que o Estado garanta a realização de consultas prévias com os povos indígenas e dê melhor assistência nas áreas de saúde, educação e justiça.</td>
</tr>
<tr style="text-align:justify;">
<td><span>O relatório sobre a visita ao Brasil será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, no mês de setembro, juntamente com o relatório anual que, este ano, aborda como tema especial o <em>Dever de Consulta do Estado aos Povos Indígenas</em>.</p>
<p>Em agosto de 2008, o relator da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, James Anaya, esteve em Brasília e percorreu os estados do Amazonas, Roraima e Mato Grosso do Sul. No documento sobre o País, ele destaca o comprometimento com padrões internacionais de direitos humanos que reconhecem direitos indígenas coletivos como a <em>Convenção 169</em> da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a <em>Declaração da ONU sobre Direitos dos Povos Indígena</em>s, bem como os avanços da legislação das políticas nacionais voltadas aos indígenas. No entanto, ressalta que os povos ainda enfrentam obstáculos para a realização de seu direito de autodeterminação, e sofrem com discriminações de raízes históricas, que persistem em muitas esferas da vida política e social. Segundo Anaya, essa discriminação se reflete na falta de participação indígena nas instâncias de tomadas de decisões sobre assuntos que lhes afetam, nas ameaças à integridade cultural, nas precárias condições de vida e na violência freqüente que é praticada contra os povos indígenas.</p>
<p>O texto menciona, entre outras coisas, a preocupação com o retrocesso de direitos indígenas reconhecidos em razão de inúmeras propostas legislativas que tramitam no Congresso e das limitações que suscitam as 19 condicionantes no julgamento da TI Raposa-Serra do Sol (saiba mais sobre o caso <a href="http://www.socioambiental.org/inst/esp/raposa/" target="_blank">aqui</a>). Observa ainda que, apesar de persistirem influências paternalistas em suas ações, a Fundação Nacional do Índio (Funai) manifestou-se consciente da necessidade de abandonar antigas posturas nesse sentido e tem investido esforços para incorporar uma orientação política consistente com as normas internacionais contemporâneas.</p>
<p>Uma das conclusões é de que mais passos devem ser dados no sentido de avançar os compromissos internacionalmente assumidos pelo Estado em relação aos povos indígenas, especialmente no tocante ao empoderamento dos povos indígenas para controlarem todos os aspectos de suas vidas, pela participação na administração e prestação de serviços de saúde e educação às suas comunidades, e pelo direito de consulta nas decisões que afetam suas terras e recursos naturais. Saiba mais sobre o direito de consulta livre, prévia e informada <a href="http://www.socioambiental.org/inst/esp/consulta_previa/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>O relator observa que no Brasil o avanço de certas políticas e proteções constitucionais de direitos indígenas aumentaram a visibilidade dos povos indígenas. Isso atraiu controvérsias e um espírito de antagonismo político, que se sobressai na maneira como a mídia brasileira reporta, às vezes, inclusive, com hostilidade aos assuntos indígenas. Ele atribui a impulsão dessa atitude dos meios de comunicação brasileiros a controvérsias políticas e econômicas que influenciam as discussões públicas numa aparente tensão entre desenvolvimento econômico de um lado e, do outro, a conservação do meio ambiente e o reconhecimento de direitos indígenas.</p>
<p>No que se refere a projetos de desenvolvimento de grande escala que afetam comunidades indígenas e devem salvaguardar direitos dos povos afetados, são citados os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); a construção de hidrelétricas nos rios Xingu, Tocantins, Madeira, Estreito, Tibagi, Juruena, Cotingo e Kuluene; a transposição do Rio São Francisco; a construção da Hidrelétrica de Belo Monte (saiba mais <a href="http://www.socioambiental.org/esp/bm/index.asp" target="_blank">aqui</a>); e as ações da Iniciativa de Integração da Infraestrutura Regional Sul-americana (IIRSA), como a construção do complexo do Rio Madeira e de hidrelétricas como Santo Antonio e Jirau, em Rondônia. Anaya identifica que não foi definido no Brasil um meio adequado de consulta aos povos indígenas em consonância com a <em>Convenção 169</em> da OIT e a <em>Declaração da ONU</em> e observa que a falta de tal mecanismo de consulta, estabelecido por lei ou outra forma, reflete um problema mais amplo: “<em>a necessidade de harmonizar por completo as políticas públicas, leis e iniciativas para desenvolvimento econômico com aquelas para assegurar a realização do direito de autodeterminação e direitos relacionados dos povos indígenas</em>”.</p>
<p>Assim, recomenda, entre outras coisas, que o governo garanta consultas adequadas com os povos indígenas em relação a todas as decisões legislativas ou administrativas que os afetem, de acordo com os padrões internacionais aplicáveis. Sugere que, para tanto, uma lei ou regulamentação seja elaborada, definindo um procedimento de consulta aos povos indígenas. Ele ressalta que esse procedimento em si deve ser desenvolvido em consulta com povos indígenas e aplicado na decisão de projetos de desenvolvimento e atividades de extração de recursos naturais que tenham impacto direto sobre povos indígenas, inclusive nas atividades que são desenvolvidas fora de terras indígenas demarcadas.</p>
<p>A íntegra do <a href="http://www2.ohchr.org/english/bodies/hrcouncil/docs/12session/A.HRC.12.34.Add.2AUV.pdf" target="_blank">relatório<span style="text-decoration:underline;"></span></a><span style="text-decoration:underline;"></span> sobre a visita ao Brasil está disponível, em inglês, no site das Nações Unidas.</p>
<p>Leia <a href="http://www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/traducaorelatorioonu.pdf" target="_blank">aqui</a> excertos do relatório traduzidos para o português.</p>
<p></span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Fonte:  ISA,  	                    <strong>Erika Yamada</strong>, <span>21/08/2009. </span></p>
<p><span></span></p>
<p><strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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