FILOSOFIA PARA TODOS: 95 obras inéditas para download

Segue abaixo lista inédita com mais ou menos 95 obras de filosofia, composta em sua maioria por coletas em nosso grupo(Arquivos Kronos). Agradecemos aos semeadores.

Boa leitura!

https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlUDEzLVZMUldvX28&usp=sharing

  • AGOSTINHO, Santo. Confissões; De magistro [coleção os pensadores]
  • ALVES, Rubem. Filosofia da ciência
  • BACHELARD, Gaston. A poética do espaço
  • BERLIN, Isaiah. Quatro ensaios sobre a liberdade
  • BONOMI, Andrea. Fenomenologia e estruturalismo
  • BUTLER, Judith. El genero en disputa [español]
  • BUTLER, Judith. Lenguaje, poder e identidad [español]
  • BUTLER, Judith. Marcos de Guerra [español]
  • BUTLER, Judith. Mecanismos psíquicos del poder [español]
  • BUTLER, Judith. Problemas de Genero 1-2
  • BUTLER, Judith. Sujetos del deseo – reflexiones hegelianas en la Francia del siglo XX
  • BUTLER; ATHANASIOU. Dispossession – the performative in the political
  • BUTLER; HABERMAS; TAYLOR. The Power of Religion in the Public Sphere
  • BUTLER; LACLAU; ZIZEK. Contingencia, hegemonia, universalidad
  • BUTLER; SCOTT. Feminists theorize the political
  • CIORAN, Emil. Silogismos da Amargura
  • DAVIDSON, Donald. Ensayos sobre acciones y sucesos
  • DELEUZE, Gilles. Francis Bacon – lógica da sensação
  • DELEUZE; GUATTARI. Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia, vol. I
  • ENGELS, F. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado
  • FEUERBACH, L. Princípios da filosofia do futuro
  • FLUSSER, Vilém. Filosofia da Caixa Preta – Ensaios para uma futura filosofia da fotografia
  • GAGNEBIN, Jeanne Marie. Historia e narração em Walter Benjamin
  • GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar Escrever Esquecer
  • HAACK, Susan. Filosofia das lógicas
  • HAMLYN, D. Uma história da filosofia ocidental
  • HARDT; NEGRI. Império
  • HEGEL, G. Enciclopedia de las ciencias filosóficas [español]
  • HEIDEGGER, Martin. Nietzsche. Tomo I
  • HEIDEGGER, Martin. Nietzsche. Tomo II
  • HUME, D. Resumo de um tratado da natureza humana
  • HYPPOLITE, Jean. Ensaios de Psicanálise e Filosofia
  • KANT, I. A paz perpétua
  • KENNY, Anthony. História Concisa da Filosofia Ocidental
  • KIERKEGAARD, Sören. El concepto de la angustia
  • KOJÈVE, A. Introducao a leitura de Hegel
  • KONDER, Leandro. Hegel – a razão quase enlouquecida
  • LATOUR, Bruno. A vida de laboratório
  • LUKÁCS, G. Introdução a uma estética marxista
  • LUKÁCS, G. The sociology of modern drama
  • MACHADO, Roberto. Deleuze, a arte e a filosofia
  • MARCONDES, Danilo. Introdução à história da filosofia
  • MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna
  • MARX, Karl. A ideologia alemã (boitempo)
  • MARX, Karl. Diferencia general entre filosofia democritea y epicurea de la naturaleza [Tese de Doutorado 1841]
  • MARX, Karl. O capital
  • MARX, Karl. Sobre a questão judaica
  • MÉSZÁROS, István. A Atualidade Histórica da Ofensiva Socialista
  • MÉSZÁROS, István. A Educação Para Além do Capital
  • MÉSZÁROS, István. A Necessária Reconstituição da Dialética Histórica
  • MÉSZÁROS, István. A Obra de Sartre
  • MÉSZÁROS, István. Aspects of History and Class Consciousness
  • MÉSZÁROS, István. Bolívar and Chávez – The Spirit of Radical Determination
  • MÉSZÁROS, István. Crise Estrutural Necessita de Mudança Estrutural
  • MÉSZÁROS, István. El Desafio y La Carga Del Tiempo Histórico
  • MÉSZÁROS, István. Entrevista – Marxismo, sistema do Capital e Socialismo Hoje
  • MÉSZÁROS, István. Filosofia, Ideologia e Ciência Social
  • MÉSZÁROS, István. Lukács Concept of Dialectic
  • MÉSZÁROS, István. O Desafio e o Fardo do Tempo Histórico – Conferência
  • MÉSZÁROS, István. O Século XXI – Socialismo ou barbárie
  • MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital
  • MÉSZÁROS, István. Reflections on the New Internacional
  • MÉSZÁROS, István. Socialismo o Barbarie
  • MÉSZÁROS, István. Structural Crisis Needs Structural Change
  • MÉSZÁROS, István. The Challenge and Burden of Historical Time
  • MÉSZÁROS, István. The Communal System and the Principle of Self Critique
  • MÉSZÁROS, István. The Dialectic of Structure and History – An Introduction
  • MÉSZÁROS, István. The Work of Sartre
  • MILL, John Stuart. Princípios de Economia Política – Vol I
  • MUSSE; LOUREIRO. Capítulos do marxismo ocidental
  • NIETZSCHE, F. A filosofia na época trágica dos gregos
  • NIETZSCHE, F. A filosofia na idade trágica dos gregos
  • NIETZSCHE, F. A visão dionisíaca do mundo
  • NIETZSCHE, F. Escritos de Retórica
  • NIETZSCHE, F. Introdução à tragédia de Sófocles
  • NIETZSCHE, F. Sobre verdade e mentira
  • NIGRO, Rachel. A virada linguistico pragmatica e o pós-positivismo
  • PALMER, R. Hermeneutica
  • PELBART, Peter. O avesso do niilismo cartografias do esgotamento
  • RANCIÈRE, J. A ficção documental
  • RANCIÈRE, J. Aisthesis. Scenes from the Aesthetic Regime of Art
  • RANCIÈRE, J. Momentos politicos
  • RUSSELL, Bertrand. El ABC de la relatividad
  • RUSSELL, Bertrand. Funções de um professor
  • RUSSELL, Bertrand. Mysticism and logic and other essays
  • RUSSELL, Bertrand. Our knowledge of the external world
  • RUSSELL, Bertrand. The conquest of happiness
  • SAFATLE, V. Curso sobre Hegel
  • SIMONDON, G. A gênese do indivíduo
  • SLOTERDIJK, Peter. Critica de la razon cinica
  • SLOTERDIJK, Peter. Mobilização copernicana e desarmamento ptolomaico
  • SLOTERDIJK, Peter. O desprezo das massas
  • SLOTERDIJK, Peter. Regras para o parque humano (uma resposta à carta de Heidegger)
  • SLOTERDIJK, Peter. Temperamentos filosóficos – de Platón a Foucault
  • SLOTERDIJK, Peter. Textos
  • UHLMANN, Günter Wilhelm. Teoria geral dos sistemas

Fonte: http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2015/03/filosofia-95-obras-ineditas-para.html

 

Softwares de tecnologia assistiva

Divulgue para as pessoas que têm deficiência.

Para viver sem limite.

Softwares.

ENQUANTO O TREM NÃO PASSA: documentário sobre a mineração no Brasil

Prestes a ser votado o Novo Código de Mineração Brasileiro, a Mídia Ninja une-se aos movimentos sociais para dar voz aos atingidos pelos impactos e devastação da mineração, atividade econômica que cresceu 550% nos últimos 10 anos no país. O documentário foi gravado em três estados impactados pela atividade, ao longo dos últimos 2 meses: Maranhão, Pará e Minas Gerais.

“Enquanto o trem não passa” mostra um pouco da realidade de comunidades que têm seus direitos usurpados por grandes mineradoras e governo. Municípios cortados pela Ferrovia Carajás, Minerodutos, populações afetadas – não apenas pela tormenta de explosões constantes na extração do minério, mas também por toda a logística que muda o modo de viver e conviver nos territórios.

O objetivo da produção é alertar quem vive fora das áreas de atuação das mineradoras sobre o enorme impacto dessa atividade e o quanto o novo código proposto pelo Governo não traz salvaguardas sócio-ambientais, garantias ao meio ambiente e nem segurança aos quilombolas e povos indígenas. Os brasileiros sofrerão, ao longo das próximas décadas, com a escassez de água, pois rios e nascentes estão sendo drenados pelas mineradoras. Só em 2012 a mineração consumiu 52 bilhões de litros de água, o suficiente para abastecer por dois anos a cidade de Niterói (RJ).

Todo conteúdo está sob licença Creative Commons, para livre uso e distribuição.

Edição por www.fb.com/12PmPhotographic

Vídeos sobre alimentação saudável

Alunos da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) produziram vídeos com mensagens relacionadas à educação nutricional.

A atividade faz parte do conteúdo da disciplina Educação Nutricional, ministrada por Ana Maria Cervato Mancuso e Ana Maria Dianezzi Gambardella, professoras do Departamento de Nutrição da FSP.

Os vídeos começaram a ser produzidos no início de 2008 em parceria com o Núcleo de Comunicação e Educação da USP e contaram com a participação do professor Ismar de Oliveira Soares e da jornalista Izabel Leão. Um dos vídeos, produzido em 2010, contou com o apoio dos coordenadores da disciplina de Telemedicina da FSP.

Uma parceria com a TV USP também resultou em duas séries de vídeos produzidos com apoio técnico e profissional da TV, que foram exibidos na grade de programação da USP no Canal Universitário.

Os vídeos “Redução do consumo de açúcar”, “A hora do lanche” e “Você lê o que você come?” podem ser vistos no YouTube.

Mais informações: jessica.dias@usp.br 

Fonte: Agência FAPESP, 06/01/2012

Camburi se previne contra o “bicho de pé”!

A Prefeitura de Ubatuba, por meio da equipe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou durante a última semana um trabalho de conscientização e prevenção contra a pulga Tunga penetrans, mais conhecida como “bicho de pé”. O trabalho dá continuidade às ações realizadas na comunidade do Camburi em fevereiro deste ano. Como forma de prevenção, o CCZ, em parceria com o PSF, aplicou medicamento nos cães e conversou com os moradores sobre os cuidados para não se tornar hospedeiro deste inseto que causa coceiras e dor nos pés. No total, foram tratados 70 animais. A equipe da Administração Regional Norte aplicou veneno no ambiente, para evitar contaminações. Segundo a veterinária Márcia Araújo, no caso do bicho de pé, não é necessário que se faça este tipo de trabalho no município todo. “Neste caso, fazemos o trabalho de prevenção apenas nas áreas em que já foram registrados históricos de casos”, explica a veterinária.

O bicho de pé, quando adulto (machos e fêmeas virgens) vive em lugares de solo arenoso, quente e seco. Seu ambiente natural, geralmente, são os chiqueiros, já que os porcos são seu hospedeiro principal. Quando não há porcos, o parasita se instala sob a pele de cães e seres humanos. Esta é a menor pulga que existe. Ela se alimenta exclusivamente de sangue. A fêmea grávida penetra na pele do hospedeiro (seja porco, cão ou humano), deixando apenas um orifício para respirar.

Centro de Zoonoses em Camburi - continuidade ao trabalho de prevenção contra bicho de pé.

Com o acúmulo de ovos em seu abdômem, ela se expande até atingir o tamanho de uma ervilha, depois deposita seus ovos em chão úmido e sombreado, iniciando novamente o ciclo e dando origem a novos bichos de pé. Depois de 15 dias dentro da pele, a fêmea é expulsa através de uma reação inflamatória natural do corpo. A prevenção é feita tratando os animais domésticos e aplicando produtos químicos para o tratamento do ambiente. Usar sapatos também impede a infecção.

Fonte: http://www.jornalagitoubatuba.com.br/noticia.php?id=1710

Morosidade e invisibilidade na questão quilombola em Minas Gerais

Por Quilombolas de Minas Gerais, MG.

Existe no estado de Minas Gerais quase uma centena de comunidades remanescentes de quilombos de acordo com o Incra, sendo a maior parte delas situada no norte de Minas. Segundo a Federação Quilombola N’GOLO, no entanto, o número é ainda maior, chegando a mais de quatro centenas de comunidades. Minas Gerais ocupa o terceiro lugar quanto ao número de comunidades quilombolas certificadas, contando com 123 certidões emitidas pela Fundação Cultural Palmares. E o segundo lugar quanto ao número de processos administrativos de regularização fundiária instaurados no INCRA, tendo 127 dos 996 processos de todo o país.

No entanto, foram publicados os RTIDs (relatório formado por várias peças para a titulação das terras pelo Incra) de apenas sete comunidades quilombolas em Minas Gerais: Brejo dos Crioulos, Mumbuca, Mangueiras, Marques, Machadinho, Família dos Amaros e São Domingos. Outros dois RTIDs estão sendo finalizados: o de Gurutuba e o de Luízes. Para saber mais sobre o processo de autoreconhecimento e atuação do INCRA no processo ver: 1 | 2.

Leia a Matéria Completa

 

As comunidades têm o direito de propriedade definitiva da terra assegurado pela Constituição Federal e acesso a políticas públicas específicas, muitas vezes relacionadas, no entanto, à regularização fundiária. A titulação da terra é a última parte do processo aberto no INCRA e, quando titulada, a titulação é feita em nome da Associação Quilombola da comunidade, sendo pro indiviso, inalienável, imprescritível e impenhorável.

A demora em regularizar as terras, no caso de dois quilombos em Belo Horizonte, por exemplo, tem intensificado a especulação imobiliária na área, como destacaram Ione e Miriam, do quilombo de Mangueiras e Luízes, respectivamente. Em contextos rurais a morosidade estatal muitas vezes leva à intensificação de conflitos fundiários dos quilombolas com fazendeiros e grileiros. No caso de Mumbuca e Marques, a construção de hidrelétricas aparece como foco de conflito. Em Mumbuca o impacto é indireto, pois a comunidade está sendo afetada pela instalação de uma obra de compensação ambiental exigida no licenciamento da Usina Hidrelétrica de Itapebi: a criação da Reserva Biológica da Mata Escura. A Reserva se sobrepõe em parte ao território de Mumbuca e não permite a presença de moradores e o mais absurdo nessa história é que a mata só está conservada em função da presença do quilombo, pois no entorno, onde estão os fazendeiros, a área está devastada. João da Cruz ainda ressaltou no Encontro que “só fazer Relatório Antropológico não basta, o Relatório é de 2006 e ta tudo parado”. De fato não basta. O Relatório Antropológico é apenas uma das peças que compõem o RTID. É preciso acelerar o processo. No caso de Marques está prevista a construção de uma Pequena Central Hidrelétrica, a PCH Mucuri, que afetará cerca de 47ha do território e deixará isolada uma área de quase 7ha. De um modo geral Minas Gerais tem-se mostrado um estado conservador ao se tratar da questão quilombola (e também em várias outras…) e um exemplo disso é que há apenas uma comunidade titulada no estado, que infelizmente está embaixo d’água pelo reservatório da hidrelétrica de Irapé, no norte de Minas. Para conhecer mais sobre o caso de Porto Corís: 3.

As lideranças quilombolas cobram que seja dado “um pontapé” na questão quilombola: “eu quero ver pelo menos uma comunidade titulada em Minas Gerais”, disse João da Cruz, da comunidade Mumbuca (município de Jequitinhonha), no Encontro promovido dia 25/11 pelo Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais (NuQ): “Obstáculos à regularização das terras de Quilombo em Minas Gerais”. O Encontro teve o apoio do com apoio do Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva (CEDEFES), Federação das Comunidades Quilombolas de Minas Gerais (N’GOLO) e Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG. Sandra e outras lideranças quilombolas presentes no Encontro manifestaram suas posições de cobrança e foram discutidas alternativas para se agilizar o processo de titulação entre Defensoria Pública Minas Gerais, Ministério Público Federal e INCRA. Buscou-se ainda meios jurídicos de desvincular o acesso aos direitos específicos à regularização fundiária, já que com um número tão elevado de pedidos, pode-se imaginar a quanto tempo irá demorar para se regularizar todos os casos. Para conhecer um pouco mais sobre as políticas específicas aos quilombolas ver: 4. Sandra, presidente da Federação N’GOLO, ressaltou no Encontro: “O que pode ser feito? Porque a gente já fez de tudo. A luta é muito desigual. A gente queria que o INCRA fizesse mais. Eu sei que não tem jeito, mas o quilombola ta desanimando sem o território”.

O que se nota atualmente, como destacaram lideranças e Instituições presentes no Encontro, é a presença de um racismo institucional que vai contra o interesse do quilombola, o que se soma com a morosidade em solucionar a questão e invisibilidade que as comunidades remanescentes tem na grande mídia. Muitas vezes, quando aparecem, são classificados como oportunistas. Aqui vale lembrar a reportagem da Veja sobre a “Farra da Antropologia Oportunista” que saiu em maio desse ano que, além de desqualificar a luta dos indígenas, era também racista em relação à luta dos quilombolas. Sobre casos de quilombos no Brasil ver: 5.

Muitas vezes o próprio pedido acirra os conflitos entre os quilombolas e os segmentos regionais, o que muitas vezes culmina em situações como a que saiu em jornais impressos e internet no dia 22 de novembro. O Encontro promovido pelo NuQ ocorreu, coincidentemente, na mesma semana da divulgação na mídia sobre a Ação Civil movida pela Procuradoria de Minas Gerais contra o Governo do Estado, sendo a Polícia Militar de Minas Gerais acusada de cometer várias arbitrariedades contra três comunidades quilombolas no norte de Minas: Povo Gorutubano, Brejo dos Crioulos e Lapinha. Link para a notícia na grande mídia: 6.

No site da Procuradoria de Minas Gerais pode-se acessar tanto aos fatos de forma mais completa tanto através da reportagem publicada no dia 22 de novembro de 2010 como pela a Ação Civil em questão: (notícia), (ação civil).

Os abusos foram cometidos pela PM/MG que, segundo consta na Ação Civil, “tem demonstrado despreparo e inabilidade no trato dos conflitos fundiários, invariavelmente em detrimento das comunidades tradicionais”. Os abusos ocorreram: em 2006, contra o Povo Gurutubano; em 2007, contra a comunidade Brejos dos Criolos; e em 2010, contra a comunidade da Lapinha.

Ao final do Encontro promovido pelo NuQ, as lideranças se manifestaram sobre o debate que foi feito entre eles e os representantes do poder público. Não há espaço aqui para transcrever todas as falas, mas destacamos a atenção sobre os pedidos de parcerias (instituições, ONGs e movimentos sociais) para auxiliar na visibilidade e luta dos quilombolas pela consolidação dos direitos estabelecidos na Constituição, além de fortalecer a luta entre eles. Como afirmou o Edson, do Quilombo de Marques, “jamais vamos desistir de lutar”.

Interessados em ser parceiros em Minas Gerais na questão quilombola, procurar o CEDEFES, NuQ, Federação N’Golo: http://www.cedefes.org.br/index.php?p=afro | http://www.fafich.ufmg.br/nuq/?page_id=128 | http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/brasil/mg/mg_ngolo.html.

Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/12/481961.shtml.

Fortalecendo a imprensa independente e a livre expressão

Uma revista digital que acredita na transformação do Ser

A revista NOVA E (http://www.novae.inf.br) nasceu em 5 de outubro de 1999 e não tem aporte de nenhum grupo financeiro. É um ponto de debate sobre temas hiperlinkados com a sociedade do conhecimento, cibercultura, inclusão digital, comportamento, ativismo de transformação, nova economia, política, cultura, literatura, mídia, filosofia, vida sustentável, ciência, religação, metafísica e cidadania. Conta com produção jornalística própria, na forma de entrevistas, reportagens, matérias especiais e um time de colaboradores e parceiros de primeira linha, que tem como recompensa estar participando dessa iniciativa dentro de avançados conceitos colaborativos: uma iniciativa inédita de open source editorial, em que as idéias ganham novas cores que, somadas inteligentemente a outras, resultam em uma publicação de personalidade surpreendente. Leia a seguir as principais novidades desta semana:

  • Especial

Dissemine WikiLeaks. Seu futuro está em jogo
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1749

  • Por que o mundo precisa do WikiLeaks

Asssista entrevista com o criador Julian Assange
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1754

  • O bom combate

O que está em jogo é a liberdade de expressão na Internet, Chico Villela

http://novae.inf.br/blog/?p=891

  • O 1º preso político global da internet e a Intifada eletrônica

Idelber Avelar – Julian Assange é o primeiro geek caçado globalmente: pela superpotência militar, por seus estados satélite e pelas principais polícias do mundo. É um australiano cuja atividade na internet catupultou-o de volta à vida real com outra cidadania, a de uma espécie de palestino sem passaporte ou entrada em nenhum lugar.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1753

  • Piratas vingadores e espiões em diligência

O caso WikiLeaks tem uma dupla leitura. Por um lado, revela-se um escândalo aparente, um escândalo que só escandaliza por causa da hipocrisia que rege as relações entre os Estados, os cidadãos e a Comunicação Social. Por outro, anuncia profundas alterações a nível internacional e prefigura um futuro dominado pela recessão.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1752

  • A verdade ganhará sempre

Umberto Eco – A WikiLeaks cunhou um novo tipo do jornalismo: o jornalismo científico. Trabalhamos com outros serviços informativos para trazer as notícias às pessoas, mas também para provar que é verdade. Por Julian Assange, publicado no The Australian. Em 1958 o jovem Rupert Murdoch, então proprietário e editor de The News de Adelaide, escreveu: “na corrida entre segredo e verdade, parece inevitável que a verdade ganhe sempre”.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1751

  • Uma revolução começou — e será digitalizada

Umberto Eco – A diplomacia sempre incluiu jantares com as elites dominantes, acertos de bastidores e encontros clandestinos. Agora, na era digital, os relatos de todas estas festas e diálogos aristocráticos pode ser reunido numa enorme base de dados. Uma vez recolhidos em formato digital, é muito fácil compartilhá-los.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1750

  • O que a mídia ainda não viu em WikiLeaks

[Por David Brook] Começo por sugerir que políticos e jornalistas a pedir a cabeça de Julian Assange numa bandeja são como brincadeira de criança para ele. Enquanto todos os olhos rastreiam o misterioso albino internacional, a infraestrutura humana e física de um movimento muito maior e mais amplo, mais difuso, continua a crescer e a consolidar-se bem longe dos holofotes. Se Assange for assassinado amanhã, se todos os servidores de WikiLeaks forem desligados por algumas horas, ou dias, ou para sempre, nada de fundamental de fato mudará.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1748

  • EUA e a “Estratégia dos 5 Pilares”, do Mossad, para o Irã

[Por Farhang Jahanpour] O mais alarmante, no pacote de arquivos recentemente vazados por WikiLeaks, é o quanto os políticos norte-americanos e seus aliados israelenses vivem obcecados com o Irã. Ninguém fala das colônias israelenses na Cisjordânia, na invasão israelense ao Líbano, dos crimes de guerra em Gaza, do ataque à Flotilha da Paz, do arsenal de centenas de ogivas atômicas que se acumulam em Israel. Todos só falam sobre e pensam em e preocupam-se com o enriquecimento de urânio no Irã. É como se o único problema fosse decidir quem – Israel ou os EUA – atacará primeiro o Irã.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1747

  • Wikileaks e os arquivos secretos da guerra afegã

[Antonio Martins] Como uma ferramenta colaborativa da internet revelou o desastre militar que Washington tenta ocultar — e está perturbando poderes econômicos e políticos, ao tornar públicos seus segredos.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1551 

Fonte:  http://www.novae.inf.br/