Ano dificil mas abençoado: 2014

Agradeço a todos que participaram da travessia. Por ora, não há porto seguro… Navegar? Será preciso.  Abs do editor, Edison.

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 8.600 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 3 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Diálogos contemporâneos: produção partilhada de conhecimento

Debate e Hipermídia – Produção Partilhada do Conhecimento – A mostra de greve pretende ser um espaço em que as três categorias se reúnam para, a partir de filmes, refletir sobre problemáticas sociais brasileiras contemporâneas, e a partir destas, a própria greve.

11/06 (quarta-feira) 14h | Universidade além dos muros

 

Filme. Produção partilhada do conhecimento Dir. Universidade e Aldeia. 2013. 78’. Brasil.

Sinopse: Cinquenta indígenas de doze aldeias diferentes, partilham na aldeia de Sangradouro (MT) a produção do conhecimento com pesquisadores, e contam, através de curtas-metragens, suas versões de temas como Diabetes, Meio Ambiente, Jarudori, Alcoolismo, Museu e Memória.

Debate: Mestre Alcides (Mestre Griô)

Sérgio Bairon (Diversitas/USP)

Repetição do filme às 19h (sem debate)

C E A C A

Mostra de Greve na USP
Exibições e debates: Prédio de História e Geografia

A mostra de greve pretende ser um espaço em que as três categorias se reúnam para, a partir de filmes, refletir sobre problemáticas sociais brasileiras contemporâneas, e a partir destas, a própria greve.

02/06 (segunda-feira) 17h | Abertura: Qual greve queremos?

Filme. Peões. Dir. Eduardo Coutinho. 2004. 85’. Brasil.

Sinopse:A história pessoal de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC paulista que tomaram parte no movimento grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Lula e dos rumos do país.

Debate: Jorge Luís Souto Maior (Docente Direito/USP) | Waldemar…

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I Simpósio “A População Negra na Ciência e Tecnologia” – Gratuito e aberto ao público!

O I Simpósio “A População Negra na Ciência e Tecnologia” visa incentivar a reflexão sobre a participação da população negra no universo acadêmico, promover trabalhos científicos voltados para a promoção do desenvolvimento e da equidade social e apontar ações para o futuro da população negra no cenário cientifico e tecnológico brasileiro.

Apresentação

A População Negra na Ciência e Tecnologia

A política científica e tecnológica brasileira afirma, dentre outras coisas, que destina-se à formação de recursos humanos para engendrar o pensamento científico e o desenvolvimento tecnológico do país.

Parte do potencial humano brasileiro, no entanto, não está representada nesse contexto: a população negra. Essa exclusão nega a própria função da política científica nacional. Por esse motivo, o I Simpósio: a população negra na Ciência e Tecnologia visa incentivar a reflexão sobre a participação da população negra no universo acadêmico, promover trabalhos científicos voltados para a promoção do desenvolvimento e da equidade social e apontar ações para o futuro da população negra no cenário cientifico e tecnológico brasileiro.

O Simpósio será aberto àqueles que de alguma forma se identifiquem com o tema e contemplará todas as áreas do conhecimento cientifico nos níveis de graduação e pós –graduação. Serão realizadas mesas redondas, palestras e apresentação de trabalhos científicos.

Programação disponível em: http://www.usp.br/lafac/simposio/

Maiores Informações: SEPPIR: (061) 3411-3653 / LAFAC: (019) 3565-4272 – simposio@fzea.usp.br

Isimpósio

I Simpósio População Negra na C&T

Problema: Pessoas Com Deficiência Desaparecidas – Como Encontrá-las? – Cidade Democrática

Segundo dados do IBGE, em 2006 havia 24,5 milhões de pessoas com deficiência no Brasil.
Hoje devemos ter aproximadamente 26 milhões de pessoas nessa condição.
Sabemos que todos tem o direito a uma vida digna, com direito ao trabalho, saúde, educação, direito de ir e vir, com autonomia e independência.
Pessoas com algum tipo de deficiência mental não costumam sair de casa, sem a companhia
de alguém. Quando saem e desaparecem, como fazer para encontrá-las?
Proponho que seja criada uma tecnologia social capaz de identificar dados pessoais e localização via GPS desses cidadãos. Talvez, um chip eletrônico com sinal de idenficação que permita a mobilidade dessas pessoas.

Se você apóia esta proposta, participe da CIDADE DEMOCRÁTICA:

http://www.cidadedemocratica.org.br

Problema: Pessoas Com Deficiência Desaparecidas – Como Encontrá-las? – Cidade Democrática.

Você sabe o que é tecnologia social?

Tecnologia Social é um conjunto de técnicas e metodologias transformadoras, desenvolvidas e/ou aplicadas na interação com a população e apropriadas por ela, que representam soluções para inclusão social e melhoria das condições de vida.

Este conceito é resultado de um trabalho coletivo, que contou com a participação de mais de 80 instituições, entre movimentos e organizações da sociedade civil, órgãos do poder público e entidades de ensino e pesquisa. A metodologia utilizada combinou pesquisa sobre os usos do termo Tecnologia Social, mapeamento de experiências de Tecnologia Social no Brasil e encontros para discutir as práticas das organizações da sociedade civil. Saiba mais sobre este assunto, consultando:

* Para entender a tecnologia social: uma viagem pelo Brasil – cartilha
http://www.itsbrasil.org.br/publicacoes/cartilhas/para-entender-tecnologia-social-uma-viagem-pelo-brasil

* Tecnologia social e Cidadania – vídeo
http://www.itsbrasil.org.br/infoteca/itsbrasil/tecnologia-social-e-cidadania

* Caderno Série Conhecimento e Cidadania – Tecnologia social – caderno

http://www.itsbrasil.org.br/publicacoes/caderno/caderno-serie-conhecimento-e-cidadania-tecnologia-social

Informações adicionais:

* Participe das discussões prévias da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, a ser realizada em Maio de 2010. Acesse: http://www.ctids.org.br/

Tecnologias sociais: dispositivos informacionais significativos para a reinvenção do cotidiano

Informamos a todos os usuários da Clínica de Texto que novo título foi adicionado em RABCI – Repositório Acadêmico de Biblioteconomia e Ciência da Informação, intitulado:

Tecnologias sociais: dispositivos informacionais significativos para a reinvenção do cotidiano

Autor: SANTOS, Edison Luís dos.

Disponível para download em: http://rabci.org/rabci/node/383

Resumo:

A separação entre ‘fazer’ e ‘pensar’ constitui-se numa das doenças que caracterizam a delinquência acadêmica; a análise e discussão dos problemas relevantes do país constituem um ato político, uma forma de ação, inerente à responsabilidade social do intelectual. A valorização do que seja um homem culto está estritamente vinculada a seu valor na defesa de valores de cidadania essenciais, ao seu exemplo revelado não pelo seu discurso, mas por sua existência e ação.” (Maurício Tragtenberg)

Trata dos processos de expropriação sociocultural, vigentes no Brasil desde o período colonial, e os ainda persistentes nos dias atuais. As reflexões do capítulo I discutem o processo histórico de colonização e deculturação dos povos nativos, promovido pela “catequese nas tabas”. O capítulo II aborda os efeitos do globalismo na contemporaneidade com o avanço dos meios-técnicos-científicos-informacionais: o fenômeno de favelização das grandes cidades globais, a expropriação do “asfalto”, a expropriação da voz e de espaços tradicionais. Enfatiza-se que o capital imobiliário e a indústria do turismo ameaçam o patrimônio imaterial caiçara (herança cultural formada por tradições orais, modos de vida e modos de fazer, equilíbrio homem-natureza, ciclos familiar e festivo, artesanato e medicinas tradicionais). O capítulo III estuda as relações entre Informação, Ciência, Tecnologia e Sociedade, com destaque para o papel da sociedade civil e do terceiro setor que, desde o movimento de resistência ao regime militar, apresentam formas diversas de mobilização e teias de solidariedade, responsáveis por importantes conquistas no campo da cidadania e garantia dos direitos fundamentais. O capítulo IV descreve os processos de construção de valores socioculturais embutidos na produção e uso de tecnologias sociais, visando à apropriação do saber pelos atores sociais que dela participam; o papel tecnologias sociais que atuam como dispositivos informacionais nos processos de apropriação da informação e construção de novos saberes e de que modo tais dispositivos podem ampliar a “inteligência coletiva” e o protagonismo cultural dos sujeitos no processo de reinvenção do cotidiano.

Palavras-chave: Expropriação – Brasil, Informação – globalismo, Ciência Tecnologia e Sociedade – Brasil, Tecnologias Sociais, Dispositivos informacionais, Educação, Protagonismo sociocultural, Terceiro Setor.

Educação e tecnologia: parceria revolucionária?

Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: além de apoiar cadernos, lápis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sensível ao toque, com a CPU de um computador integrada. O que parece ficção já é realidade em escolas públicas do interior de São Paulo. O projeto Lap Tup-niquim, em desenvolvimento na cidade de Serrana, próxima a Ribeirão Preto, envolve um conceito novo dentro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) com fins educacionais. A carteira digital, uma tecnologia nacional patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), permite que o aluno escreva, acesse a internet, faça cálculos e desenhe. Hoje, a cidade de Serrana possui 160 carteiras digitais em escolas públicas.

Um dos criadores da tecnologia é o pesquisador chefe da Divisão de Mostradores da Informação do Cenpra, Victor Pellegrini Mammana. Ele diz que a proposta foi integrar a sala de computação – chamada, nas escolas, de laboratório de informática – com a própria sala de aula. “A ideia é que a tela (da carteira) se torne interativa no ambiente escolar, na sala de aula”, diz Mammana.

Ainda em fase inicial, a tecnologia deve ser adaptada, também, aos cadeirantes e deficientes visuais. A carteira digital, de acordo com o pesquisador, ainda não tem um valor definido. O custo aproximado, na cidade de Serrana, foi de R$ 1 mil por unidade, mas a fabricação ainda não é industrializada, e é feita por incubadoras sociais. A prefeitura centralizou os serviços e as carteiras convencionais são reformadas e convertidas em digitais. Em escala maior, o preço da carteira será comparável ao do notebook de baixo custo.

O convênio com o Cenpra depende do interesse das prefeituras, mas Mammana acredita que o maior desafio, depois de atrair o investimento público, seja mobilizar os professores e fazer com que eles se aliem às novidades tecnológicas. “Aos poucos, se cria uma apropriação e não uma imposição das novas tecnologias”, defende.

Enquanto os professores se adaptam a essas novidades, as novas gerações já crescem acostumadas a usá-las. Orkut, MSN, facebook e twiter são expressões corriqueiras para crianças e adolescentes de classe média e alta, que possuem familiaridade com as ferramentas de relacionamento e com a internet. Mas o professor não tem como ficar alheio às tecnologias que já chegaram ao ensino: em escolas particulares, aulas ministradas com giz e lousa dão lugar a projetor de slides e lousa digital; e na rede pública, alunos que antes levavam horas para chegar à escola, hoje têm a oportunidade de estudar por meio do ensino a distância.

No Amazonas, em cinco anos, a educação a distância qualificou 16 mil professores de ensino básico que só tinham o nível médio de instrução. A Universidade do Estado do Amazonas, a Secretaria de Educação e Qualidade do Ensino do estado e o Colégio Militar uniram forças para romper os limites de tempo e espaço que antes distanciavam professores de 16 municípios do interior do Amazonas do diploma universitário. Em algumas regiões, onde se tem acesso apenas pelos rios, o ensino foi ao encontro dos alunos, com o uso de computador e TV para transmissão de aulas gravadas em Manaus.

Além dos muros escolares, o blog

Nem todas as mudanças tecnológicas, contudo, são absorvidas pelos professores na mesma rapidez em que surgem. Essa é uma das conclusões da professora Cláudia Rodrigues, que dá aulas de redação no ensino médio, no interior de São Paulo, e acaba de defender uma dissertação de mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre o uso do blog como ferramenta de ensino. Ela acredita que ainda há muito preconceito por parte dos professores quanto ao uso de tecnologias em sala de aula, o que dificulta a compreensão dos resultados positivos que o ambiente virtual pode oferecer.

Será mesmo que os professores de hoje utilizam pouco as ferramentas já disponíveis que podem auxiliar no ensino? Segundo a pesquisadora, sim. Para Rodrigues, a causa dessa repulsa é a falta de familiaridade e receio em relação à linguagem da web. “A internet deveria ser compreendida mais como um fenômeno social do que algo que provoca modificações da língua”, diz.

Certamente, não se pode generalizar. De acordo com a pesquisadora, existem professores que acham que a internet e as novas tecnologias utilizadas na educação são modismos; outros que se dizem contrários, pois acreditam que a internet atrapalha os estudos; mas há, ainda, aqueles que já utilizam ferramentas, muitas delas bem sucedidas, na sala de aula.

Em sua dissertação, Rodrigues analisou o impacto de blogs nas atividades escolares de produção de texto e constatou que o instrumento permite uma socialização significante. Ela notou que, de forma progressiva, eram publicados posts (comentários nos blogs) de pessoas que ela não conhecia e que sinalizavam ser pais, mães, tios dos alunos. Essas pessoas entravam no blog e colocavam impressões pessoais sobre a temática que estava sendo discutida. Houve uma interação entre professor da turma, professores da escola, alunos e família. A pesquisadora considera essa discussão proveitosa e quase impossível de acontecer quando ocorre apenas em sala de aula. “O blog favorece a participação coletiva, formando autores, co-autores, leitores assíduos e alunos mais envolvidos com a leitura e a escrita”, acrescenta.

Em sua experiência com blogs, a professora teve a percepção de que não basta o professor estar sensível às mudanças tecnológicas, já que elas demandam um abandono da imagem do mero fornecedor e avaliador de textos e controlador de debates. O professor passa a ser um orientador e, embora ainda dê a nota e avalie, na prática deixa de ser o único leitor alvo das produções dos alunos. Sob o aspecto cultural, a pesquisadora avalia ser difícil abandonar crenças enraizadas de que o ensino deva se dar de forma “vertical”, de cima para baixo, mas acredita que é possível, quando se experimenta que os aprendizes “saboreiam” melhor a aprendizagem.

Práticas como essa, do uso blog em aulas de redação, levam ao desenvolvimento da independência, da autonomia e também ao desenvolvimento da capacidade argumentativa dos alunos, já que os autores do blog precisam envolver e convencer outras pessoas sobre seus pontos de vista. No estudo, Rodrigues observou a importância de se explorar o letramento digital na sala de aula para atender as necessidades sociais, interativas e cognitivas do aluno.

Do correio ao espaço virtual

A educação a distância (EAD) também envolve maior autonomia do aluno, que deve ser responsável e organizado o suficiente para se adaptar a um modelo “horizontal” de ensino. Os cursos por correspondência são antigos e deram o pontapé inicial para o ensino a distância no final do século XIX, no oferecimento de cursos por correspondência em hebraico. O presidente do conselho científico da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), Waldomiro Loyolla, destaca que, ainda hoje, essa modalidade de ensino a distância corresponde a 50% do total, por sua história e solidez.

A segunda fase se deu nos anos 1960 e 1970, com a inserção do rádio para oferecer ensino das matérias básicas, como história, geografia, português, com diferentes abordagens e níveis. Loyolla destaca que na segunda metade dos anos 1970, a educação a distância foi proibida no Brasil por problemas políticos, enquanto florescia mundo afora e começava-se a usar com mais propriedade a televisão. No final da década de 1970 e início dos anos 1980, o uso da televisão como modalidade de ensino a distância também começa a ser feito no Brasil, através dos telecursos, que funcionavam como supletivo e tinham como público alvo pessoas que, por diferentes motivos, não tinham concluído o ensino médio.

Passada essa fase, que Loyolla chama de analógica, começa-se a digital, com o surgimento do uso do computador, na qual se desenvolveriam cursos de auto aprendizagem para um público, a princípio, elitista. Hoje, no entanto, a digitalização se populariza e contribui para facilitar o acesso ao ensino. “Com a evolução da fase digital, veio a internet, que além de permitir a entrega de conteúdos, permite uma interatividade muito grande”, descreve Loyolla. Para ele, o desenvolvimento da EAD nos anos 90 passa a ser mais apurado para cada tipo de público alvo e tecnologia escolhida. “A EAD passa a ser mais profissional”, avalia.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre 2003 e 2006, houve um aumento de 571% no número de cursos e 315% no número de matrículas em EAD no Brasil. Esse aumento, para Loyolla, é a resposta de uma brutal demanda reprimida no oferecimento de educação. Alguns críticos da EAD dizem que a educação a distância quer substituir a presencial, o que Loyolla enfatiza veementemente não ser verdade. “Ela vem para suprir uma demanda por educação daquele público que não tem condições, por variados motivos, de frequentar com a regularidade requerida os cursos presenciais”, afirma.

A modalidade a distância vem ganhando força, inclusive, no ensino superior. Baseadas em experiências internacionais de sucesso, como a Universidade Aberta de Catalunha, na Espanha, e a Open University, no Reino Unido, as iniciativas de universidades virtuais têm a função de criar alternativas de acesso ao ensino superior para formação e qualificação. O governo federal, por meio do Ministério da Educação, criou a Universidade Aberta do Brasil, que trabalha em parceria com universidades federais no oferecimento de cursos.

No âmbito estadual, foi criada por meio da Secretaria de Ensino Superior do governo paulista e está em fase inicial de funcionamento a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), que vai trabalhar de forma consorciada com as universidades estaduais – USP, Unesp e Unicamp – e utilizar como ferramenta a internet, mas também a TV digital e material impresso.

“Hoje em dia, ninguém mais fala em televisão a cores e preto e branco. É televisão. A distinção hoje é muito mais entre analógica e digital do que qualquer outra coisa”. Com essas palavras, Loyolla descreve o que pensa sobre o futuro da EAD. Ele espera que daqui a dez anos, ou menos, não se distinga mais a EAD da educação presencial e que os instrumentos tecnológicos disponíveis sejam usados intensamente no ensino presencial.

No ensino a distância, é possível o aluno ter um link através do qual pode entrar num museu e ver uma obra em três dimensões, girando-a e lendo informações de todo tipo sobre ela. Já no ensino presencial, o professor de história da arte, quando muito, mostra uma foto e dá alguma explicação. “Quando tivermos o presencial usando intensamente as tecnologias, não vai ter motivo para ter a distinção entre EAD e presencial”, finaliza.

Edição sobre TIC’s na ComCiência

A revista ComCiência é uma publicação eletrônica mensal que trata de assuntos ligados a todas as áreas das ciências e é produzida pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) desde agosto de 1999, graças aos recursos financeiros provenientes do Pronex/CNPq e ao apoio da Fapesp, por meio do Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico. A partir de julho de 2000, conta também com a parceria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A revista aborda todo mês um tema específico, com reportagens e artigos relacionados ao assunto. Neste mês,  Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s).

Acesse em: http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?

Fonte: Erica Guimarães, da Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo.

http://www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/23/educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria