FILOSOFIA PARA TODOS: 95 obras inéditas para download

Segue abaixo lista inédita com mais ou menos 95 obras de filosofia, composta em sua maioria por coletas em nosso grupo(Arquivos Kronos). Agradecemos aos semeadores.

Boa leitura!

https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlUDEzLVZMUldvX28&usp=sharing

  • AGOSTINHO, Santo. Confissões; De magistro [coleção os pensadores]
  • ALVES, Rubem. Filosofia da ciência
  • BACHELARD, Gaston. A poética do espaço
  • BERLIN, Isaiah. Quatro ensaios sobre a liberdade
  • BONOMI, Andrea. Fenomenologia e estruturalismo
  • BUTLER, Judith. El genero en disputa [español]
  • BUTLER, Judith. Lenguaje, poder e identidad [español]
  • BUTLER, Judith. Marcos de Guerra [español]
  • BUTLER, Judith. Mecanismos psíquicos del poder [español]
  • BUTLER, Judith. Problemas de Genero 1-2
  • BUTLER, Judith. Sujetos del deseo – reflexiones hegelianas en la Francia del siglo XX
  • BUTLER; ATHANASIOU. Dispossession – the performative in the political
  • BUTLER; HABERMAS; TAYLOR. The Power of Religion in the Public Sphere
  • BUTLER; LACLAU; ZIZEK. Contingencia, hegemonia, universalidad
  • BUTLER; SCOTT. Feminists theorize the political
  • CIORAN, Emil. Silogismos da Amargura
  • DAVIDSON, Donald. Ensayos sobre acciones y sucesos
  • DELEUZE, Gilles. Francis Bacon – lógica da sensação
  • DELEUZE; GUATTARI. Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia, vol. I
  • ENGELS, F. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado
  • FEUERBACH, L. Princípios da filosofia do futuro
  • FLUSSER, Vilém. Filosofia da Caixa Preta – Ensaios para uma futura filosofia da fotografia
  • GAGNEBIN, Jeanne Marie. Historia e narração em Walter Benjamin
  • GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar Escrever Esquecer
  • HAACK, Susan. Filosofia das lógicas
  • HAMLYN, D. Uma história da filosofia ocidental
  • HARDT; NEGRI. Império
  • HEGEL, G. Enciclopedia de las ciencias filosóficas [español]
  • HEIDEGGER, Martin. Nietzsche. Tomo I
  • HEIDEGGER, Martin. Nietzsche. Tomo II
  • HUME, D. Resumo de um tratado da natureza humana
  • HYPPOLITE, Jean. Ensaios de Psicanálise e Filosofia
  • KANT, I. A paz perpétua
  • KENNY, Anthony. História Concisa da Filosofia Ocidental
  • KIERKEGAARD, Sören. El concepto de la angustia
  • KOJÈVE, A. Introducao a leitura de Hegel
  • KONDER, Leandro. Hegel – a razão quase enlouquecida
  • LATOUR, Bruno. A vida de laboratório
  • LUKÁCS, G. Introdução a uma estética marxista
  • LUKÁCS, G. The sociology of modern drama
  • MACHADO, Roberto. Deleuze, a arte e a filosofia
  • MARCONDES, Danilo. Introdução à história da filosofia
  • MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna
  • MARX, Karl. A ideologia alemã (boitempo)
  • MARX, Karl. Diferencia general entre filosofia democritea y epicurea de la naturaleza [Tese de Doutorado 1841]
  • MARX, Karl. O capital
  • MARX, Karl. Sobre a questão judaica
  • MÉSZÁROS, István. A Atualidade Histórica da Ofensiva Socialista
  • MÉSZÁROS, István. A Educação Para Além do Capital
  • MÉSZÁROS, István. A Necessária Reconstituição da Dialética Histórica
  • MÉSZÁROS, István. A Obra de Sartre
  • MÉSZÁROS, István. Aspects of History and Class Consciousness
  • MÉSZÁROS, István. Bolívar and Chávez – The Spirit of Radical Determination
  • MÉSZÁROS, István. Crise Estrutural Necessita de Mudança Estrutural
  • MÉSZÁROS, István. El Desafio y La Carga Del Tiempo Histórico
  • MÉSZÁROS, István. Entrevista – Marxismo, sistema do Capital e Socialismo Hoje
  • MÉSZÁROS, István. Filosofia, Ideologia e Ciência Social
  • MÉSZÁROS, István. Lukács Concept of Dialectic
  • MÉSZÁROS, István. O Desafio e o Fardo do Tempo Histórico – Conferência
  • MÉSZÁROS, István. O Século XXI – Socialismo ou barbárie
  • MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital
  • MÉSZÁROS, István. Reflections on the New Internacional
  • MÉSZÁROS, István. Socialismo o Barbarie
  • MÉSZÁROS, István. Structural Crisis Needs Structural Change
  • MÉSZÁROS, István. The Challenge and Burden of Historical Time
  • MÉSZÁROS, István. The Communal System and the Principle of Self Critique
  • MÉSZÁROS, István. The Dialectic of Structure and History – An Introduction
  • MÉSZÁROS, István. The Work of Sartre
  • MILL, John Stuart. Princípios de Economia Política – Vol I
  • MUSSE; LOUREIRO. Capítulos do marxismo ocidental
  • NIETZSCHE, F. A filosofia na época trágica dos gregos
  • NIETZSCHE, F. A filosofia na idade trágica dos gregos
  • NIETZSCHE, F. A visão dionisíaca do mundo
  • NIETZSCHE, F. Escritos de Retórica
  • NIETZSCHE, F. Introdução à tragédia de Sófocles
  • NIETZSCHE, F. Sobre verdade e mentira
  • NIGRO, Rachel. A virada linguistico pragmatica e o pós-positivismo
  • PALMER, R. Hermeneutica
  • PELBART, Peter. O avesso do niilismo cartografias do esgotamento
  • RANCIÈRE, J. A ficção documental
  • RANCIÈRE, J. Aisthesis. Scenes from the Aesthetic Regime of Art
  • RANCIÈRE, J. Momentos politicos
  • RUSSELL, Bertrand. El ABC de la relatividad
  • RUSSELL, Bertrand. Funções de um professor
  • RUSSELL, Bertrand. Mysticism and logic and other essays
  • RUSSELL, Bertrand. Our knowledge of the external world
  • RUSSELL, Bertrand. The conquest of happiness
  • SAFATLE, V. Curso sobre Hegel
  • SIMONDON, G. A gênese do indivíduo
  • SLOTERDIJK, Peter. Critica de la razon cinica
  • SLOTERDIJK, Peter. Mobilização copernicana e desarmamento ptolomaico
  • SLOTERDIJK, Peter. O desprezo das massas
  • SLOTERDIJK, Peter. Regras para o parque humano (uma resposta à carta de Heidegger)
  • SLOTERDIJK, Peter. Temperamentos filosóficos – de Platón a Foucault
  • SLOTERDIJK, Peter. Textos
  • UHLMANN, Günter Wilhelm. Teoria geral dos sistemas

Fonte: http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2015/03/filosofia-95-obras-ineditas-para.html

 

Festa cultural: moqueca de bagre, viola, cavaco e orquestra!

Homenagem da Clínica do Texto & informação aos educadores e músicos populares que acreditam na magia transformadora da Arte na vida das pessoas.

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Galeria de imagens da festa cultural, 23 de novembro de 2013.

Ontem, dia 23 de novembro de 2013, realizamos uma maravilhosa Festa de Confraternização na casa dos amigos Valter Souza e Nilva Luz. No cardápio, saboreamos uma iguaria preparada pelo casal: Moqueca de Bagre – Um primor! Muita alegria, entusiasmo e energia positiva emanaram das improvisações musicais, danças, rodas e repentes que iluminaram a festa. Estiveram presentes artistas, músicos, poetas, compositores, violeiros, arte-educadores e amantes da cultura popular – um retrato metonímico da alma e cultura brasileiras – momentos inesquecíveis ao lado de Wilson Rocha E Silva, Vanessa Viotti, Estação Memória Camburi, Josevania Núñez Ibanhez, Bruna e Jean, Norberto e Silvia, entre outros.

Não faltou AXÉ, por isso compartilhamos com todos que gostam de música, arte e folia!

Didáticos: Cultura e História africanas chegam às escolas públicas

Rovênia Amorim – MEC – 22/11/2011

As escolas públicas vão receber no ano letivo de 2012 livros didáticos sobre a história e a cultura africana e afro-brasileira.  Serão distribuídas obras para alunos da educação infantil ao ensino médio. A proposta dessa iniciativa é proporcionar aos alunos a compreensão do desenvolvimento histórico dos povos africanos e de sua relação com outros povos, a partir de uma visão objetiva do continente africano.

O material tem como referência os oitos volumes da coleção História Geral da África. Editada em português graças à parceria entre a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e o Ministério da Educação, a obra completa foi enviada às bibliotecas públicas em 2011. As escolas receberão também dois livros síntese da obra completa da História Geral da África, com conteúdos relacionados à história, cultura, economia, política e arte.

“Temos ainda no Brasil a cultura do embranquecimento da população e a negação de toda uma cultura afro-descendente que também construiu este país”, ressalta Viviane Fernandes Faria, diretora de políticas para educação no campo e diversidade do MEC.

A inclusão da temática história e cultura afro-brasileira no currículo da educação básica das escolas públicas e particulares está prevista na Lei 10.639, de 2003.  Além da história da África e dos africanos, o conteúdo deve incluir a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.

Segundo a diretora, ainda existe uma grande diferença de escolaridade entre as pessoas, com mais de 15 anos, entre a população negra e os não negros. A escolaridade é de 8,4 anos de estudo entre os não negros e 6,6 anos entre os negros. “Só que apesar dessa diferença, o avanço na escolaridade dos negros tem sido mais rápido em relação à dos não negros. Enquanto que de 2004 a 2009 houve crescimento de 9% em anos de estudo entre os não negros, entre os negros foi de 14,5%”, compara.

No entanto, Viviane Faria comenta que o Brasil ainda tem uma dívida social com os afro-descendentes. “Se o analfabetismo é maior entre os negros e os maiores índices de pobreza estão entre os não brancos, vamos ver claramente que a pobreza e as dificuldades salariais e de acesso à universidade têm cor no Brasil. E essa cor é negra. Então precisamos, sim, enfrentar esse racismo na escola e na sociedade”, afirma.

Fonte: Blog do Galeano – http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=10907&secao=32

O livro, esse objeto de estudo

Recém-criado Núcleo de Estudos do Livro e da Edição, o Nele, lança revista que trata das várias configurações do livro, tanto como objeto de prazer cultural como, principalmente, tema de estudos

MARCELLO ROLLEMBERG

Criado recentemente, o Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (Nele) da Escola de Comunicações e Artes (ECA), visa a ser, no ambiente universitário, uma espécie de “laboratório” no qual o livro e todas as suas ramificações editoriais sejam, além de um objeto de prazer cultural, também um objeto de estudo. A ideia é pertinente, posto que nesses tempos de comunicação eletrônica e tablets se tornou quase um clichê a discussão sobre o fim do livro em seu suporte de papel.

Livro: além de um objeto de prazer cultural, também um objeto de estudo

O Nele, então, surge justamente numa quase contramão dessa discussão bizantino-tecnológica, mas com uma função essencial e, por assim dizer, up to date, posto que pretende encerrar discussões as mais contemporâneas – por mais que trate, muitas vezes, do passado e da história da edição. Mas, como já se escreveu (e não foi num post), é preciso compreender o passado para se projetar o futuro. É justamente dentro desse quadro que acaba de ser lançada a revista Livro, o primeiro fruto do núcleo. A revista é, segundo seus editores, os professores Plinio Martins Filho e Marisa Midori Deaecto, ambos do curso de Editoração da ECA, o resultado de “um esforço coletivo de professores e pesquisadores no sentido de materializar um fórum aberto à reflexão, ao debate e à difusão de pesquisas que têm na palavra impressa seu objeto principal”.

A Livro, que foi lançada oficialmente no último dia 5 durante o evento Os Poderes do Livro, na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, pretende cobrir, por meio de seus artigos, todo o “ciclo de vida da comunicação impressa” – uma expressão cunhada pelo historiador do livro e da leitura Robert Darnton, um dos maiores especialistas mundiais sobre o tema. Em suas pouco mais de 200 páginas (algumas delas ilustradas com trabalhos do artista Hélio Cabral), a revista apresenta seções como Leituras – que traz quatro artigos acerca do hábito de ler em seus mais distintos matizes, e na qual se destacam os textos “Leituras de presença e ausência”, da professora Jerusa Pires Ferreira, e “Leituras da época do modernismo”, de Ruy Galvão de Andrada Coelho –, “Acervo”, “Almanaque” e “Bibliomania”, além de apresentar uma crônica bem-humorada de Olavo Bilac acerca do trabalho e do papel social dos “homens de letras”. “Fantasio” – título do texto bilaquiano – foi garimpado nos arquivos do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) pelo professor Antonio Dimas.

Dossiês – Em meio a tantos artigos de fôlego, a revista, na verdade, terá um carro-chefe: a sua seção Dossiê, que a cada número apresentará uma série de estudos voltados para uma temática ou um evento que marcou data entre os estudiosos do livro. Nesse número de estreia, o dossiê é Paris-Bucarest. “Trata-se da recolha sumária, porém significativa, da produção apresentada em dois importantes colóquios realizados em setembro de 2010”, escrevem os editores na apresentação da revista.

“O Encontro de Paris reuniu pesquisadores franceses, portugueses e brasileiros, tendo resultado em importante projeto de cooperação internacional apresentado no final da seção. O simpósio promovido pela Biblioteca Metropolitana de Bucarest se apresentou como verdadeiro fórum internacional de pesquisa, no qual foram discutidas questões voltadas ao Livro, à Escrita e à Leitura, em diversos domínios do conhecimento.” Nesse dossiê inaugural são apresentados cinco textos, entre eles “A evolução do sistema editorial francês desde a Enciclopédia de Diderot”, do pesquisador francês Jean-Yves Mollier, e “A circulação transatlântica dos impressos: a globalização da cultura no século XIX”, da estudiosa brasileira Márcia Abreu.
O que Livro e o núcleo que a gerou, o Nele, desejam, de fato, não é cerrar fileiras contra aqueles que apregoam o fim do livro como o conhecemos, mas sim mostrar como a convivência pode ser harmoniosa entre os suportes, sem que seja necessário se engendrar uma cruzada livresca. É como escrevem seus editores: “Podemos dizer que o objetivo maior de Livro reside na valorização do suporte impresso diante das mudanças a que temos assistido no campo da produção editorial. A convivência de diferentes suportes de leitura, de natureza totalmente distintas, algo impensável nos primeiros quinhentos anos que marcaram a era de Gutenberg, trouxe à tona uma série de questionamentos concernentes ao direito autoral, às formas de circulação do texto, às práticas de leitura em multimeios, às políticas educacionais etc.

De fato, o advento do texto digital abriu novas possibilidades às velhas formas de transmissão da linguagem escrita e de conservação de seu registro”. E Plinio Martins Filho e Marisa Midori concluem, em seu texto de apresentação à revista: “Todavia, poder-se-ia dizer que à anunciada morte do livro somaram-se vozes que bradaram por sua sobrevivência, em acalorada declaração de amor aos já velhos e surrados códices”.

Fonte: http://espaber.uspnet.usp.br/jorusp/?p=15270

Brasil tem fraco rendimento em prova internacional que avalia leitura de alunos

Os estudantes brasileiros de 15 anos ficaram em 53º lugar em uma prova que avaliou a capacidade de leitura dos adolescentes. O teste, aplicado a cada três anos pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), avaliou alunos de 65 países. Os alunos brasileiros tiveram rendimento inferior em comparação a alunos de outros países da América Latina, como Chile (44º), Uruguai (47º) e Colômbia (52º).   Porém, os brasileiros ficaram à frente dos argentinos (58º) e peruanos (63º).

A China ficou em 1º lugar somando 556 pontos. Já o Brasil obteve 412 pontos. Também foram avaliadas habilidades dos estudantes em matemática e ciências, onde o Brasil somou 386 e 405 pontos respectivamente. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que divulgou o resultado, o Brasil obteve “um grande ganho” na nota de leitura nos últimos anos.

O Ministério da Educação avalia como positivo o rendimento dos alunos brasileiros, tendo em vista que o país está entre os que mais cresceram no Pisa  nos últimos anos. O governo tirou como parâmetro o Plano de Desenvolvimento da Educação, no qual uma das metas é atingir a média de 395 pontos nas três matérias.

De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.

Fonte: http://www.radioagencianp.com.br/9337-Brasil-tem-fraco-rendimento-em-prova-internacional-que-avalia-leitura-de-alunos

Arca das Letras inicia campanha de arrecadação de livros no Distrito Federal

O Programa de bibliotecas rurais Arca das Letras do Ministério do Desenvolvimento Agrário inicia campanha de arrecadação de livros no Distrito Federal. O ponto de partida é o Centro Educacional Sagrada Família, na 906 Norte. O colégio já realiza a campanha solidária com os 900 alunos desde 2005, sendo reconhecido como Escola Amiga da Biblioteca Rural, por ajudar, com as doações e com  a implantação de bibliotecas no campo. A campanha será realizada do dia 21/10 até o dia 19/11.

São esperadas doações de livros didáticos, literatura para crianças, jovens e adultos, livros sobre saúde, meio ambiente, cartilhas sobre produção rural, artesanato, receitas culinárias e gibis. A arrecadação vai garantir a implantação de mais bibliotecas no meio rural e ampliar acervos já em funcionamento no País.

Cada biblioteca é composta por cerca de 230 livros e gibis. As comunidades escolhem os assuntos que formam os acervos, o local onde a biblioteca é instalada e indicam os moradores que serão os agentes de leitura, após  capacitação feita pela equipe técnica do Programa Arca das Letras.

O Arca das Letras possui uma rede de parceiros, como o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação/FNDE/MEC, o Ministério da Cultura, o Programa Luz para Todos, o Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional, Banco do Brasil; também Estados, municípios, e movimentos sociais e sindicais de trabalhadores rurais, além de artistas, editoras e escritores.

Durante a 29ª Feira do Livro de Brasília vários escritores doaram seus livros, entre eles Luís Turiba, Angélica Torres, Nicolas Behr, Cristiane Sobral e Amneres.

As escolas interessadas em participar da campanha devem entrar em contato com o Programa Arca das Letras, para que a coordenação possa planejar as atividades de mobilização com os estudantes.

Contatos:
Arca das Letras: (61) 2020-0201 – arcadasletras@mda.gov.br

Fonte: http://www.mda.gov.br/portal/noticias/item?item_id=5725906

Gibi do Mundinho Verde

O Mundinho Verde é um gibi com estilo próprio, único, voltado para todas as idades, e que, com uma linguagem moderna, capaz de despertar a curiosidade e o aprendizado, trata de temas importantes para a construção de um Novo Mundo.

Associa-se ao projeto Mundo do Faz e Conta, em que a personagem Tia Dulce salta das páginas da ficção para o mundo real, levando pessoalmente a mensagem do “Mundinho Verde”, como contadora de histórias.

“A leitura é imprescindível para a formação de jovens. Daí a participação de contadoras de histórias com a proposta de despertar na criança o gosto e o prazer pela leitura, com temas que a incentivem a pensar em um mundo mais verde e melhor para se viver”, explica Isabel Antunes Joffe, fundadora da rede Mundo Verde e responsável pelo desenvolvimento dos conceitos do Projeto Mundo do Faz e Conta e do gibi Mundinho Verde.

O personagem MUNDINHO VERDE é o filho da Mãe Natureza, como todos nós, mas ele tem uma mensagem especial, uma mensagem de amor à vida, nele brilha o verde da esperança. Em todas as edições, estão presentes os amigos do Mundinho: são quatro jovens brasileiros, representantes da diversidade étnica e cultural do nosso país.

Ao viverem suas aventuras, lutando contra a poluição do ar, da terra, da água, a poluição visual e mental, eles vão fazer renascer a esperança, rejuvenescer as idéias e vão espalhar beleza pelo mundo. A internet é sua ferramenta. Através da rede, eles se comunicam e trocam idéias sobre como transformar o mundo – idéias que, naturalmente, estarão sendo compartilhadas com seus leitores.

O Mundinho Verde, com seu característico capacete esmeralda, sintoniza com a galerinha por meio de ondas mentais, ou seja, telepaticamente. Quando todos estão sintonizados, acontece o Salto Quântico, o momento em que todos são transportados aos vários lugares onde sua ação é necessária ou onde podem aprender algo novo para o mundo.

A Estação Verde, um dos lugares que visitam com freqüência, está localizada no espaço e é um observatório da Terra, construído com lixo espacial reciclado e movido pela energia do Cristal de Telurium, um captador de energia solar.

Outro lugar que os personagens visitam é a floresta onde mora o Vovô Morubixaba (que significa “cacique”). O vovô é uma espécie de guardião da sabedoria indígena de viver em harmonia com a natureza e divide seus conhecimentos com o grupo, além de lhes mostrar o poder dos elementos, o Fogo, a Água, a Terra e o Ar.

Mas há vários outros personagens para conhecer como o Macaco Uacari, a Tia Dulce – que é contadora de histórias, Dindinha, Marissol, Brasilino, Angélica, Estela e muitos outros. Através das suas aventuras, o Mundinho Verde e os seus amigos abordam assuntos como saúde, ecologia, cidadania e, por que não, espiritualidade.

Este animado e entusiástico grupinho pretende juntar forças com todas as crianças da Terra (mesmo aquelas adormecidas dentro dos adultos), para construir um MUNDO mais VERDE!

Para o Mundo Verde, tudo que faz bem à vida vale a pena. Essa filosofia, você vai encontrar não apenas em nossos produtos, mas muito além de nossas lojas. Assim, tornamos reais as mais variadas idéias e iniciativas voltadas para a saúde, a natureza e o bem-estar social. E é por isso que um projeto como o do Mundo do Faz e Conta combina tanto com as nossas propostas.

Mundo mais colorido

Criado especialmente para tratar, com bom humor, assuntos como responsabilidade eco-social, cidadania e segurança alimentar, o Mundo do Faz e Conta promove a visita de uma contadora de histórias a escolas, asilos, hospitais e outras instituições.

O objetivo é fazer brotar sorrisos, semeando um mundo melhor. O projeto abre as portas para a imaginação e envolve a todos com canções, brincadeiras, artes com material reciclável, sessões de leitura e muita diversão!

Custo zero, alegria dez!

O projeto não apresenta ônus para a instituição onde for desenvolvido. Seu compromisso é levar esperança, auto-estima, cultura, alegria e lazer a quem precisa. Seja para crianças, adolescentes, adultos e idosos, o Mundo do Faz e Conta é uma maneira de educar e estimular o imaginário com assuntos importantes para a vida de todos. É sonhar no mundo real.

Tome seu lugar. Silêncio. A história já vai começar!

De forma lúdica e divertida, a contadora de histórias Tia Dulce, narradora das histórias do Gibi Mundinho Verde, dá lições aos personagens infantis sobre ecologia, cidadania, alimentação natural, solidariedade e responsabilidade social. Tudo acompanhado de mensagens positivas do personagem Mundinho Verde.

O gibi tem como objetivo incentivar o hábito da leitura desde cedo e despertar nas crianças o interesse pela preservação do meio ambiente. O tema desta edição é “O poder da natureza”, onde o personagem Mundinho Verde, mascote da rede, vive a história “A Teia da Vida”. A tiragem é de 20 mil exemplares, e eles são distribuídos gratuitamente nas lojas da rede e nos eventos do Mundo do Faz de Conta.

Pelo projeto ‘Mundo do Faz e Conta’, desenvolvido pela rede Mundo Verde, a personagem Tia Dulce apresenta-se ao público infantil nos mais variados lugares: escolas públicas e particulares, instituições beneficentes e organizações não-governamentais, levando pessoalmente a mensagem do ‘Mundinho Verde’.

Além da distribuição do gibi, a visita da contadora de histórias inclui canções, brincadeiras e oficinas de arte com material reciclável para ser utilizado nas sessões de leitura.

Criado em 2005, no Dia Nacional do Livro (18 de abril), o projeto já contemplou quase 20 mil crianças de mais de 300 instituições em todo o Brasil. A iniciativa rendeu ao Mundo Verde, o Prêmio Valor Social 2005, concedido pelo jornal Valor Econômico.

Mais informações sobre o gibi podem ser obtidas pelo e-mail gibimundinho@mundoverde.com.br

“Clique na capa para abrir o Gibi do Mundinho”


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