Sr. Genésio completa hoje 86 anos

Amanhã é um dia histórico – 86 anos do Sr. Genésio dos Santos – Vamos divulgar o aniversário do Sr. Genésio do Cambury: gostaríamos que ele recebesse de presente maior atenção da saúde pública do município – geriatria e acessibilidade, conforme determina o Estatuto do Idoso.http://estacaomemoriacamburi.wordpress.com/protagonistas/sr-genesio-dos-santos-a-memoria-viva-de-cambury-esquecida/

Sr. Genésio.

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Luciana Cruz: protagonista do Cambury

Após o LUTO, vamos à LUTA. GALERIA DE ARTE DA JOVEM ARTISTA QUILOMBOLA LUCIANA CRUZ – http://estacaomemoriacamburi.wordpress.com/protagonistas/luciana-cruz/

Luciana Cruz.

Estado que mata: criança morre de meningite no Cambury

Luciana Cruz, filha de D. Cremilda e Sr. Salustiano morreu de meningite dia 21 de janeiro. Outras pessoas da comunidade estão ameaçadas.

Luciana Cruz, filha de D. Cremilda e Sr. Salustiano morreu de meningite dia 21 de janeiro. Outras pessoas da comunidade estão ameaçadas.

Tristeza e Luto no Quilombo de Cambury
A pequena Luciana Cruz, filha de Dona Catarina e Sr. Salustiano FALECEU na segunda-feira (21.jan), vítima de meningite. A comunidade de Cambury está triste e desconsolada. Luciana foi a protagonista que mais se destacou nas Oficinas de Memória e Xilogravura em 2012. http://estacaomemoriacamburi.wordpress.com/2013/01/22/miseria-da-saude-publica-em-ubatuba-cambury-esta-de-luto/

Camburi se previne contra o “bicho de pé”!

A Prefeitura de Ubatuba, por meio da equipe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou durante a última semana um trabalho de conscientização e prevenção contra a pulga Tunga penetrans, mais conhecida como “bicho de pé”. O trabalho dá continuidade às ações realizadas na comunidade do Camburi em fevereiro deste ano. Como forma de prevenção, o CCZ, em parceria com o PSF, aplicou medicamento nos cães e conversou com os moradores sobre os cuidados para não se tornar hospedeiro deste inseto que causa coceiras e dor nos pés. No total, foram tratados 70 animais. A equipe da Administração Regional Norte aplicou veneno no ambiente, para evitar contaminações. Segundo a veterinária Márcia Araújo, no caso do bicho de pé, não é necessário que se faça este tipo de trabalho no município todo. “Neste caso, fazemos o trabalho de prevenção apenas nas áreas em que já foram registrados históricos de casos”, explica a veterinária.

O bicho de pé, quando adulto (machos e fêmeas virgens) vive em lugares de solo arenoso, quente e seco. Seu ambiente natural, geralmente, são os chiqueiros, já que os porcos são seu hospedeiro principal. Quando não há porcos, o parasita se instala sob a pele de cães e seres humanos. Esta é a menor pulga que existe. Ela se alimenta exclusivamente de sangue. A fêmea grávida penetra na pele do hospedeiro (seja porco, cão ou humano), deixando apenas um orifício para respirar.

Centro de Zoonoses em Camburi - continuidade ao trabalho de prevenção contra bicho de pé.

Com o acúmulo de ovos em seu abdômem, ela se expande até atingir o tamanho de uma ervilha, depois deposita seus ovos em chão úmido e sombreado, iniciando novamente o ciclo e dando origem a novos bichos de pé. Depois de 15 dias dentro da pele, a fêmea é expulsa através de uma reação inflamatória natural do corpo. A prevenção é feita tratando os animais domésticos e aplicando produtos químicos para o tratamento do ambiente. Usar sapatos também impede a infecção.

Fonte: http://www.jornalagitoubatuba.com.br/noticia.php?id=1710

MPF quer fechar mineroduto da Vale que ocupou território de quilombolas

O Ministério Público Federal (MPF) pediu a suspensão do funcionamento de um mineroduto e uma linha de transmissão de energia da Vale no município de Jambuaçu, no Pará. De acordo com o procurador da República no estado, Felício Pontes, quase 800 famílias quilombolas tiveram a produção de alimentos afetada com as atividades da empresa.

“As pessoas que cultivavam alimentos nessa área onde passou o mineroduto foram diretamente atingidas. E quando foi dado o licenciamento, havia previsão de que a Vale estava obrigada a financiar projetos de geração de renda e produção de alimentos naquelas comunidades. Depois nós descobrimos que a Vale não tinha feito nada disso.”

Um estudo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) revelou que o mineroduto e a linha de transmissão – que passam por sete municípios – ocuparam 20% do território quilombola, demarcado em 2003. Como a atividade agrícola era a principal fonte de renda, a Vale estava obrigada a reparar os danos.

“Estamos pedindo o pagamento de cinco salários mínimos para cada família, como também o financiamento desse projeto de geração de renda. O nosso pedido foi no sentido de que não havendo o pagamento, que fosse interrompido o mineroduto e o funcionamento da mina por falta de licenciamento. Isso se deu porque uma das condicionantes do licenciamento não tinha sido cumprida.”

O projeto de geração de renda foi elaborado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e o custo de execução está avaliado em R$ 14 milhões. Caso a decisão da Justiça seja favorável, o MPF pede a aplicação de uma multa diária de R$ 1 milhão, se as exigências não forem cumpridas.

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

Fonte: http://www.radioagencianp.com.br/9324-mpf-quer-fechar-mineroduto-da-vale-que-ocupou-territorio-quilombola

Mobilização pela Previdência Especial aos Catadores de Materiais Recicláveis

Convite: audiência pública para discutir projeto emenda constitucional para inclusão dos catadores como segurados especiais da Previdência

Acontecerá amanhã (7 de Dezembro), no Plenarinho da Câmara dos Deputados, em Brasília, audiência pública para discutir o projeto emenda constitucional para inclusão dos catadores como segurados especiais da Previdência.  O projeto de emenda é de incitativa popular do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) e pretende fazer emendas na Constituição brasileira para permitir a aposentadoria de catadores que já trabalham a anos na área sem a necessidade de contribuição prévia.

Se aprovada a emenda beneficiaria os catadores de todo o Brasil permitindo a contribuição de 2,3% do rendimento para o INSS. Esse tipo de contribuição já é adotado para pescadores e arrendatários rurais.  Para haver a inclusão dos catadores como segurados especiais deve haver emenda constitucional.

Hoje os catadores não têm contribuição específica para o INSS e são obrigados a fazer a contribuição como trabalhador autônomo ou por meio da cooperativa que acaba contribuindo com o mesmo tipo de carga tributária de uma empresa, pagando impostos patronais, inviabilizando a contribuição da maior parte dos catadores que têm renda ainda muito baixa.  A contribuição varia de 11%, para quem contribui como autônomo, até 20% para os catadores que pagam por meio da cooperativa. A renda média nacional dos catadores encontra-se atualmente abaixo de um salário mínimo.

Veja a proposta de projeto Lei na integra aqui

Notas taquigráficas de audiência pública em Minas Gerais

Veja o andamento dos projetos relacinados: http://migre.me/2voAZ

Senado aprova criação de Centros de Integração Quilombolas

A Comissão de Educação (CE) aprovou o PLS 113/2008, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que autoriza o governo a criar Centros Federais de Integração Quilombola (CIFQ), em diversos estados brasileiros.
Os centros de integração irão disponibilizar, aos remanescentes de comunidades quilombolas de todo o país, acesso gratuito aos ensinos básico, fundamental e tecnológico, além de esportes, cultura, lazer, saúde e inclusão digital.

Para o senador Paim, a proposta é uma forma de reconhecer a luta e o poder de resistência dos escravos que se insurgiram contra a escravidão no país ou foram abandonados à própria sorte, após a abolição.

“O objetivo é proporcionar melhores condições de vida às comunidades remanescentes Quilombolas, promovendo a inserção social desses povos e instituindo não apenas uma política de governo efêmera, mas de Estado, sustentável e disciplinada por lei”, explicou Paim.

População

Ao defender a proposta, Paim ressaltou que muitas comunidades ainda permanecerem agregadas, exercendo, inclusive, o papel de preservadoras dos sítios arqueológicos e da cultura de seus antepassados. Oficialmente, o Brasil tem hoje 1.342 comunidades quilombolas, reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura.

Reconhecendo o papel estratégico e histórico da população quilombola brasileira, a Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República criou o Programa Brasil Quilombola (PBQ).

O programa envolve 23 ministérios e órgãos federais e tem como principais objetivos a garantia de acesso das comunidades à terra; ações de saúde e educação; construção de moradias, eletrificação; recuperação ambiental; e incentivo ao desenvolvimento local.

Por meio do Programa Brasil Quilombola (PBQ), as famílias quilombolas têm acesso a diversos programas sociais. Entre eles, o Bolsa Família e o Luz para Todos – que recebeu investimentos de R$ 99 milhões, entre 2004 e 2008, e levou energia elétrica a milhares de comunidades quilombolas.

No mesmo período, o Programa Brasil Quilombola beneficiou mais de dez mil famílias através da regularização fundiária, um dos maiores problemas enfrentados pelas populações remanescentes de quilombos.

Da Redação, com Assessoria PT Senado.

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=8&id_noticia=134452